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Disney compra Fox: O que muda no mundo do entretenimento?

Todos os super-heróis da Marvel agora podem habitar o mesmo universo cinematográfico. Disney também leva animações e séries para públicos de adultos e jovens adultos.

estilo.online Redação

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Ryan Reynolds em cena de 'Deadpool'

A compra de parte da Fox pelo grupo Walt Disney, por US$ 52,4 bilhões, movimentou o mundo do entretenimento nesta quinta-feira (14). Mas o que vai mudar com a negociação entre essas duas gigantes do cinema e da TV a partir de agora?

Supertime de heróis

A Disney já era dona dos direitos cinematográficos de vários super-heróis da editora Marvel, como Homem de Ferro, Capitão América e os Vingadores. Com a compra da Fox, soma-se ao elenco os personagens das franquias “X-Men”, “Quarteto Fantástico” e “Deadpool”.

Isso significa que, a partir de agora, existe a possibilidade concreta de todos os super-heróis da Marvel no cinema compartilharem o mesmo universo. Ou seja:

– Wolverine e o resto do time de mutantes podem encenar na telona a série dos quadrinhos “Vingadores vs X-Men”, que opõe os dois maiores times de heróis da Marvel
– O Pietro Maximoff de “Vingadores: Era de Ultron”, interpretado por Aaron Taylor-Johnson, pode oficialmente ser chamado de Mercúrio, como já é o personagem de Evan Peters na segunda trilogia cinematográfica dos X-Men

A transação também deixa alguns atores em situações engraçadas. Apesar de não pertencerem ao Universo Cinematográfico Marvel, os três filmes do Quarteto Fantástico agora estão sob o guarda-chuva da Disney. E as duas versões do Tocha Humana desses longas hoje ocupam outros papéis nas produções da empresa:

– Chris Evans interpretou o super-herói flamejante em “Quarteto Fantástico” (2005) e “Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado” (2007). Hoje, é o Capitão América
– Michael B. Jordan assumiu a bronca no reboot “Quarteto Fantástico”, de 2015. Mas agora faz o papel do vilão Erik Killmonger, que vai aparecer em “Pantera Negra” no ano que vem

Quem está numa posição esquisita de verdade, porém, é Josh Brolin. O ator tem papel de destaque em duas grandes produções que estreiam em 2018 com personagens Marvel, mas uma é tocada pela Disney e a outra pela Fox:

– Ele é o vilão Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”
– E o anti-herói Cable, em “Deadpool 2”

Há vários desfechos possíveis para esse paradoxo temporal. Pode ser que a Disney mantenha Deadpool de fora do Universo Cinematográfico Marvel. Pode ser que faça piada do Brolin duplicado, justamente pelo tom cômico dos filmes do mercenário falastrão. Ou pode ser que o ator seja simplesmente trocado em uma das ocasiões, levando em conta a ideia de unidade que a Disney defendeu nos últimos anos e que rendeu bons lucros à empresa.

Fato é que a escalação de Josh Brolin para os dois personagens, quando estavam em companhias separadas, já foi comentada. Agora virou uma piadinha pronta.

Subindo a faixa etária

Bob Iger, CEO e presidente do grupo Walt Disney, diz no documento que anuncia a compra da Fox:

“A aquisição dessa coleção estelar de negócios da 21st Century Fox reflete a crescente demanda do consumidor por uma diversidade rica de experiências de entretenimento (…)”

Na prática, essa turbinada de diversidade vai beneficiar a Disney no trato com o público de adultos e jovens adultos.

Agora, além das produções próprias e da Pixar, a Disney é dona de animações mais polêmicas como “Uma família da pesada” e “The Simpsons” – o desenho animado criado por Matt Groening, aliás, acertou uma previsão de 1998 que dizia que a Fox seria comprada pela Disney.

A companhia também assume séries de faixa etária mais elevada, como “American Horror Story” e “Homeland”. E programas com apelo pop entre jovens, como “Glee” e “Gotham”.

Pois é. “Gotham”, série que narra o trabalho do Comissário Gordon, colega de Batman, super-herói da DC, agora é da Disney: a empresa dona dos direitos da rival Marvel. O mundo do show biz tem dessas.

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Filmes e séries

Netflix divulga teaser e título de continuação de ‘Breaking Bad’

“El Camino – A Breaking Bad Film” estreia dia 11 de outubro estreia na plataforma

estilo.online Redação

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Se você é fã de “Breaking Bad” e já se pegou pensando como seria um filme que continuasse a saga de alguns dos seus personagens favoritos, seus desejos foram atendidos. A Netflix anunciou no sábado (24) que dia 11 de outubro estreia em sua plataforma “El Camino – A Breaking Bad Film”.

A trama mostrará o que aconteceu a Jesse Pinkman (Aaron Paul) logo após o episódio final da série que foi ao ar dia 29 de setembro de 2013. No teaser divulgado pelo streaming, Skinny Pete (Charles Baker) se recusa a dar o paradeiro Pinkman durante interrogatório policial.

Não há informações se outros personagens do elenco original da série, como Walter White (Bryan Cranston) e Saul Goodman (Bob Odenkirk), participarão do longa. A produção foi rodada em Albuquerque (EUA), mesma cidade que serviu de locação a “Breaking Bad”.

O estrondoso sucesso da série não deveu-se apenas ao carisma dos personagens, mas também a riqueza e cuidado dos detalhes. Não foi à toa que “Breaking Bad” venceu diversos prêmios, entre os quais dois Globos de Ouro.

As cinco temporadas que contam a história do professor de química que se une a um de seus alunos para produzir metanfetamina, tornando-se assim um dos maiores traficantes da região, está disponível no catálogo da Netflix. Há ainda no streaming o spin-off “Better Call Saul”, que conta como o advogado James Morgan transformou-se em Saul Goodman.

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‘Vingadores’ se torna maior bilheteria do mundo ultrapassando ‘Avatar’

“Vingadores: Ultimato” (2019) atingiu US$ 2,790,2 bilhões em brilheterias

estilo.online Redação

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Durou praticamente dez anos o recorde de “Avatar” (2009), de James Cameron. Neste fim de semana, finalmente, “Vingadores: Ultimato” (2019), ultrapassou o antigo campeão e se tornou a maior bilheteria do mundo, com US$ 2,790,2 bilhões, apenas US$ 500 mil acima da ficção dos gigantes azuis.

Para alcançar a marca, a Marvel se fez valer de uma estratégia quase apelativa ao aumentar o circuito nas últimas semanas com a desculpa de ter uma nova versão com seis minutos extras. O conteúdo, no entanto, foi decepcionante para os fãs, com uma introdução do diretor Anthony Russo, uma cena não editada com o Hulk e uma sequência final que faria um link com “Homem-Aranha – Longe de Casa”, atualmente em cartaz. O estratagema porém foi suficiente para garantir a quantia que faltava para alcançar “Avatar”.

Esse novo recorde praticamente deve encerrar a vitoriosa carreira do quarto filme com o grupo original dos “Vingadores”, da Marvel, que pertence aos estúdios Disney. Desde que estreou nos Estados Unidos, em 26 de abril deste ano, o filme já havia se tornado a maior bilheteria na história em um fim de semana e o mais rápido a chegar a marca de US$ 500 milhões (em oito dias apenas).

O único recorde que “Ultimato” não conseguirá atingir é o de maior bilheteria em solo americano. Este ainda pertence a “Star Wars – O Despertar da Força” (2015), da mesma Disney, com US$ 936,6 milhões, contra US$ 854,2 milhões do último “Vingadores”.

No mundo, o top 5 das maiores bilheterias é completado por “Titanic” (1997), com US$ 2,187 bilhões; “Star Wars – O Despertar da Força”, com US$ 2,068 bilhões; e “Vingadores: Guerra Infinita”, com US$ 2,048 bilhões —além de “Ultimato” e “Avatar”.

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‘Democracia em Vertigem’: Netflix lança trailer de documentário sobre impeachment de Dilma (VÍDEO)

Foi divulgado nesta quarta-feira (5) o primeiro trailer do documentário “Democracia em Vertigem”, da cineasta Petra Costa, que terá sua estreia na Netflix em 19 de junho.

estilo.online Redação

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A diretora Petra Costa, das aclamadas obras “Elena” e “O Olmo e a Gaivota”, analisa o processo de impeachment de Dilma Rousseff, colocando em perspectiva a sua própria história pessoal e a ascensão e queda do PT, bem com a emergência do governo de Jair Bolsonaro.

“Eu e a democracia brasileira temos quase a mesma idade. Eu achava que nos nossos 30 e poucos anos, estaríamos pisando em terra firme. Eu tinha 19 anos quando o Lula foi eleito. Me lembro da euforia. Parecia um grande passo para a nossa democracia”, diz a narração de Petra Costa ao começo do vídeo.

“Eu temo que a nossa democracia tenha sido apenas um sonho efêmero”, completa a narração da cineasta ao final do trailer.

Abordando o processo que desencadeou na polaridade da população brasileira e lançando um olhar crítico sobre a democracia no país, a obra promete dividir o público, seguindo os passos de outras produções cinematográficas que abordaram os recentes acontecimentos políticos do país. O filme estreia na plataforma de streaming Netflix em 19 de junho de 2019.

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