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Asteroide maior do que Estátua da Liberdade está se aproximando da Terra

Deslumbramento e temor são emoções que se fundem à medida que o objeto alienígena se aproxima do raio de visão dos terráqueos. A previsão para o melhor avistamento são as primeiras horas de 6 de fevereiro.

estilo.online Redação

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Batizado pela NASA de Asteroide 2013 RV9, o objeto rochoso e metálico deverá se mostrar em destaque ao olhar dos habitantes da Terra às 3h30 da quarta-feira (6), no horário de Brasília. A distância entre o asteroide e o nosso planeta será de cerca de 6.842,740 quilômetros, o que é uma proximidade maior do que das últimas seis vezes em que o viajante do espaço passou pelo planeta na última década.

Para entender o quão próximo o asteroide ficará da Terra, em 2003 e 2004, a distância era de 54.204.692 e 57.613.556 quilômetros. Em agosto de 2018, a proximidade chegou a 34.709.371 quilômetros.
O tamanho do RV9 é estimado em torno de 51 a 110 metros de diâmetro. A altura é maior do que a Estátua da Liberdade – 93 metros.

A NASA identificou o asteroide como um Objeto Próximo à Terra (NEO) que inclui os corpos celestes do Sistema Solar com órbitas que os podem trazer perto do nosso planeta.

“Devido aos esforços contínuos de busca para encontrar a maioria dos grandes NEO, os objetos serão eventualmente encontrados em trajetórias muito próximas da Terra. Um cuidado deve ser tomado para verificar quaisquer previsões de impacto com a Terra”, explica a NASA, acrescentando que o possível impacto poderá ser calculada alguns anos antes do evento.

Segundo a agência espacial, dado o tempo de aviso prévio de vários anos, a tecnologia existente poderia ser usada para desviar o objeto ameaçador da Terra.

Os próximos avistamentos do RV9 a partir da Terra serão em 2022, 2023, 2024 e outras diversas vezes durante este século.

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Musk volta a defender teoria de lançar bombas nucleares em Marte

A ideia é impulsionar a quantidade de dióxido de carbono com as explosões resultantes

estilo.online Redação

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Elon Musk voltou a defender na sua página de Twitter a teoria de lançar bombas nucleares em Marte para tornar o ‘Planeta Vermelho’ habitável.

“Nuke Mars!”, publicou o empresário que, apesar de ser muito sucinto, é também extremamente claro quanto à posição do CEO da Tesla e da SpaceX. Segundo o BGR, a ideia é que as explosões resultantes destas bombas nucleares ajudaria a impulsionar a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera de Marte.

Apesar desta ideia defendida por Elon Musk, agências espaciais como a NASA não acreditam que esta seja a melhor prática para vir a tornar Marte um planeta mais habitável, apontando que serviria para um aumento marginal e pouco significativo na quantidade de dióxido de carbono.

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VÍDEO gravado por sonda espacial exibe cometa sendo ‘devorado’ pelo Sol

O cometa mostrado no vídeo atingiu o Sol mesmo no centro, acabando por se evaporar completamente devido às temperaturas extremas da estrela.

estilo.online Redação

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Cometas desta classe passam muito perto da superfície do Sol e são frequentemente destruídos.

Na quinta-feira (15), o telescópio espacial da sonda SOHO gravou o vídeo impressionante de um cometa mergulhando diretamente no Sol.

Na gravação se pode observar inúmeros corpos celestes, incluindo uma Vênus brilhante localizada muito perto do Sol (a imagem do Sol foi tapada com um disco opaco para aumentar a visibilidade) e um cometa rasante Kreutz, ou Kreutz sungrazer, mergulhando quase diretamente no centro do Sol.

Os cometas Kreutz são uma família de cometas rasantes que têm suas orbitas extremamente próximas do Sol.

Este não é o primeiro evento deste tipo gravado neste verão pela sonda SOHO. Em 20 de junho, o observatório detectou dois cometas – um Kreutz sungrazer e um Meyer sunskirter – se aproximando do Sol.

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Buraco negro supermassivo pode ‘engolir’ todo o Universo, alerta astrônomo

A recente descoberta de um buraco negro supermassivo deu aos astrônomos uma nova perspectiva quanto à força potencial destes objetos celestes.

estilo.online Redação

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O astrônomo David Whitehouse afirma que nosso Universo poderia ser engolido por um gigante buraco negro. Em uma entrevista, ele explicou que um buraco negro supermassivo recentemente descoberto pelos astrônomos na América do Sul forneceu novas perspectivas sobre o quão grandes estes objetos podem ser.

“Começamos a nos dar conta daquilo que achávamos antes que havia um limite quanto ao tamanho dos buracos negros no centro da galáxia, porque eles conseguem engolir muitas estrelas. Os buracos negros aumentam em tamanho tragando a matéria, gás, estrelas e pó”, Este [buraco negro recém-descoberto] é enorme, então talvez possam existir buracos negros ainda maiores, disse o astrônomo.

Segundo ele, várias teorias físicas especulam que, a um determinado momento no futuro, um buraco negro pode se tornar suficientemente grande para absorver cada vez mais estrelas e eventualmente engolir o Universo.

O PSO J352-15 – buraco negro (quasar) anormalmente brilhante

“Existem teorias que nos indicam que, possivelmente, em um futuro muito remoto, tudo irá acabar em um buraco negro, todo o Universo”, opinou Whitehouse.

O cientista afirma que é importante investigar os buracos negros, porque suas propriedades físicas únicas proporcionam aos cientistas uma “perspectiva diferente sobre o funcionamento do Universo e aquilo que ele é capaz de criar”.

“Os buracos negros têm diferentes tipos de formas e tamanhos. Existem buracos negros do tamanho de um átomo, por outro lado, no centro de galáxias, há buracos negros gigantescos que excedem o tamanho do Sol em bilhões de vezes, são objetos fascinantes”, salientou o Dr. Whitehouse.

Os buracos negros são tão densos que criam uma força gravitacional capaz de capturar a luz. Nada lhes pode escapar. No entanto, essa incrível massa também deforma o tempo e o espaço nas suas imediações, fazendo com que o tempo decorra de forma totalmente diferente do que decorre para um observador que esteja de fora.

De acordo com equações teoréticas, somente as estrelas muito maiores que o nosso Sol podem formar um buraco negro.

No início deste mês, a NASA informou que, durante uma pesquisa do quasar PSO167-13 e de nove outros quasares com a ajuda do telescópio Chandra, os astrônomos poderiam ter detectado um buraco negro gigantesco e muito distante.

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