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Sonda chinesa sobrevive a 190 graus negativos na 1ª noite lunar no lado oculto da Lua

A Administração Espacial Nacional da China anunciou que a sonda espacial da missão lunar Chang’e 4 e o veículo lunar sobreviveram à primeira noite no lado oculto da Lua.

estilo.online Redação

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O veículo de exploração Yutu-2 (Coelho de Jade-2) despertou na terça-feira (29) às 20h00 na China (10h00, horário de Brasília) e se juntou à sonda mais tarde na quarta-feira (30) às 20h39 (10h39, horário de Brasília). Segundo os responsáveis da missão, a sonda está posicionada a aproximadamente 18 metros a noroeste do rover e a comunicação e transmissão de dados entre os dois são estáveis.

Os técnicos que trabalham com a agência espacial chinesa disseram à Xinhua que a Chang’e 4 registrou a temperatura na superfície da Lua de 190°C negativos, o que é muito mais frio do que o esperado inicialmente.
“De acordo com as medições da Chang’e 4, a temperatura da camada superficial do solo lunar do outro lado da Lua é mais baixa do que os dados obtidos pela missão norte-americana Apollo no lado iluminado da Lua”, disse o diretor executivo do projeto Chang’e 4, Zhang He.

“Isso provavelmente se deve à diferença da composição do solo lunar entre os dois lados da Lua. Ainda precisamos de um estudo mais minucioso”, acrescentou.

As temperaturas na Lua variam muito, uma vez que uma única noite lunar corresponde a 14 noites na Terra. A sonda ficou em modo de suspensão no começo do mês para se proteger da temperatura da superfície lunar.

A sonda Chang’e 4 pousou no satélite natural da Terra em 3 de janeiro para estudar detalhadamente o ambiente lunar, a radiação cósmica e a interação entre o vento solar e a superfície da Lua, informou a Xinhua no início deste mês.

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Musk volta a defender teoria de lançar bombas nucleares em Marte

A ideia é impulsionar a quantidade de dióxido de carbono com as explosões resultantes

estilo.online Redação

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Elon Musk voltou a defender na sua página de Twitter a teoria de lançar bombas nucleares em Marte para tornar o ‘Planeta Vermelho’ habitável.

“Nuke Mars!”, publicou o empresário que, apesar de ser muito sucinto, é também extremamente claro quanto à posição do CEO da Tesla e da SpaceX. Segundo o BGR, a ideia é que as explosões resultantes destas bombas nucleares ajudaria a impulsionar a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera de Marte.

Apesar desta ideia defendida por Elon Musk, agências espaciais como a NASA não acreditam que esta seja a melhor prática para vir a tornar Marte um planeta mais habitável, apontando que serviria para um aumento marginal e pouco significativo na quantidade de dióxido de carbono.

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VÍDEO gravado por sonda espacial exibe cometa sendo ‘devorado’ pelo Sol

O cometa mostrado no vídeo atingiu o Sol mesmo no centro, acabando por se evaporar completamente devido às temperaturas extremas da estrela.

estilo.online Redação

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Cometas desta classe passam muito perto da superfície do Sol e são frequentemente destruídos.

Na quinta-feira (15), o telescópio espacial da sonda SOHO gravou o vídeo impressionante de um cometa mergulhando diretamente no Sol.

Na gravação se pode observar inúmeros corpos celestes, incluindo uma Vênus brilhante localizada muito perto do Sol (a imagem do Sol foi tapada com um disco opaco para aumentar a visibilidade) e um cometa rasante Kreutz, ou Kreutz sungrazer, mergulhando quase diretamente no centro do Sol.

Os cometas Kreutz são uma família de cometas rasantes que têm suas orbitas extremamente próximas do Sol.

Este não é o primeiro evento deste tipo gravado neste verão pela sonda SOHO. Em 20 de junho, o observatório detectou dois cometas – um Kreutz sungrazer e um Meyer sunskirter – se aproximando do Sol.

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Buraco negro supermassivo pode ‘engolir’ todo o Universo, alerta astrônomo

A recente descoberta de um buraco negro supermassivo deu aos astrônomos uma nova perspectiva quanto à força potencial destes objetos celestes.

estilo.online Redação

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O astrônomo David Whitehouse afirma que nosso Universo poderia ser engolido por um gigante buraco negro. Em uma entrevista, ele explicou que um buraco negro supermassivo recentemente descoberto pelos astrônomos na América do Sul forneceu novas perspectivas sobre o quão grandes estes objetos podem ser.

“Começamos a nos dar conta daquilo que achávamos antes que havia um limite quanto ao tamanho dos buracos negros no centro da galáxia, porque eles conseguem engolir muitas estrelas. Os buracos negros aumentam em tamanho tragando a matéria, gás, estrelas e pó”, Este [buraco negro recém-descoberto] é enorme, então talvez possam existir buracos negros ainda maiores, disse o astrônomo.

Segundo ele, várias teorias físicas especulam que, a um determinado momento no futuro, um buraco negro pode se tornar suficientemente grande para absorver cada vez mais estrelas e eventualmente engolir o Universo.

O PSO J352-15 – buraco negro (quasar) anormalmente brilhante

“Existem teorias que nos indicam que, possivelmente, em um futuro muito remoto, tudo irá acabar em um buraco negro, todo o Universo”, opinou Whitehouse.

O cientista afirma que é importante investigar os buracos negros, porque suas propriedades físicas únicas proporcionam aos cientistas uma “perspectiva diferente sobre o funcionamento do Universo e aquilo que ele é capaz de criar”.

“Os buracos negros têm diferentes tipos de formas e tamanhos. Existem buracos negros do tamanho de um átomo, por outro lado, no centro de galáxias, há buracos negros gigantescos que excedem o tamanho do Sol em bilhões de vezes, são objetos fascinantes”, salientou o Dr. Whitehouse.

Os buracos negros são tão densos que criam uma força gravitacional capaz de capturar a luz. Nada lhes pode escapar. No entanto, essa incrível massa também deforma o tempo e o espaço nas suas imediações, fazendo com que o tempo decorra de forma totalmente diferente do que decorre para um observador que esteja de fora.

De acordo com equações teoréticas, somente as estrelas muito maiores que o nosso Sol podem formar um buraco negro.

No início deste mês, a NASA informou que, durante uma pesquisa do quasar PSO167-13 e de nove outros quasares com a ajuda do telescópio Chandra, os astrônomos poderiam ter detectado um buraco negro gigantesco e muito distante.

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