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Roubo do século? Hackers levam mais de US$ 40 milhões em bitcoins de corretora

A empresa Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, informou nesta quarta-feira (8), que hackers roubaram US$ 40,7 milhões (R$ 160 milhões) em bitcoins de sua plataforma.

estilo.online Redação

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De acordo com uma publicação no site da corretora, o presidente-executivo Zhao Changpeng comunicou que a empresa sofreu um prejuízo de 7 mil bitcoins, que foram roubadas de uma única carteira através de uma variedade de técnicas, “incluindo phishing, vírus e outros ataques”.

“Foi lamentável que não tenhamos conseguido bloquear este saque antes de ser executado. Uma vez executado, o saque acionou vários alarmes em nosso sistema. Interrompemos imediatamente todos os saques depois disso”, lê-se no comunicado da empresa.

Apenas a carteira de bitcoins foi afetada e, segundo a empresa, apenas 2% do total dessa criptomoeda saíram prejudicadas. Enquanto o restante dos fundos está aparentemente seguro.

Para cobrir a perda, a Binance declarou que os fundos dos usuários serão protegidos por ativos de reserva, e que ninguém sairá no prejuízo.
A Binance ressaltou que todos os depósitos e saques da bolsa permaneceriam suspensos enquanto a empresa realizava uma minuciosa revisão de segurança, que, segundo estimativas, levaria uma semana.

Somente em 2018, US$ 950 milhões em moedas eletrônicas foram roubados de bolsas de criptomoedas e serviços de infraestrutura, como carteiras – um aumento de quase 260% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa da CiptherTrace, empresa de segurança cibernética sediada nos EUA.

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Rússia, China, Irã e Venezuela usarão criptomoedas para desafiar EUA, diz relatório

Os adversários geopolíticos dos EUA estão implantando a tecnologia blockchain para combater o poder financeiro americano, afirma o novo relatório da Fundação Americana para Defesa da Democracia (FDD).

estilo.online Redação

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Com a adoção de moedas digitais por todo o mundo, estão em andamento esforços para construir novos sistemas de transferência de dinheiro que funcionem fora da infraestrutura bancária convencional, escreveu a FDD em uma análise abrangente divulgada na quinta-feira (11).

O relatório ressalta que os governos da Rússia, China, Irã e Venezuela estão experimentando a tecnologia que sustenta o mercado de criptografia.

Esses países estão priorizando a tecnologia blockchain como “componente-chave de seus esforços para combater o poder financeiro dos EUA”.

“A Rússia, o Irã e a Venezuela iniciaram experimentos de tecnologia blockchain, que seus líderes encaram como ferramentas para compensar o poder coercitivo financeiro dos EUA e aumentar a resistência às sanções. A China também desconfia do poder financeiro dos EUA e da constante ameaça de sanções contra as autoridades chinesas”, diz-se o estudo.

Sistemas alternativos

De acordo com o documento, os esforços das quatro nações vão além da mera tentativa de contornar as sanções, pois “buscam reduzir o poder das sanções unilaterais e multilaterais através do desenvolvimento de sistemas alternativos de pagamento para o comércio global”.

Os autores do relatório observaram que a posição de influência dos EUA não é necessariamente permanente.

“A tecnologia criou um caminho potencial para sistemas alternativos de transferência de valores financeiros fora do controle dos EUA”, escreve-se no estudo.

“O calendário pode ser de duas a três décadas, mas esses atores estão desenvolvendo os elementos de construção agora. Eles imaginam um mundo em que a tecnologia das criptomoedas os ajude a ofuscar o poder financeiro dos EUA, da mesma forma que o dólar uma vez ofuscou a libra britânica”, finaliza a FDD.

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Facebook acaba de anunciar sua nova moeda virtual, a Libra

A nova moeda digital chamada Libra foi anunciada nesta terça-feira (18) pelo Facebook, a maior rede social virtual do mundo.

estilo.online Redação

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Espera-se que a nova criptomoeda ajude bilhões de usuários a realizar transações internacionais.

Como o Facebook é atualmente usado por mais de dois bilhões de pessoas, estima-se que a nova moeda virtual possa se tornar uma importante fonte de renda para o gigante das mídias sociais, e pode potencialmente alterar seu modelo financeiro convencional, informou o The Guardian.

Assim como a maioria das criptomoedas, a Libra será operada e protegida por qualquer parte interessada que tenha acesso a um computador.

No entanto, a decisão da empresa no envolvimento no setor financeiro gerou ansiedade entre as autoridades britânicas e americanas.

Em maio, o Comitê de Bancos, Habitação e Assuntos Urbanos do Senado dos EUA dirigiu-se ao CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em uma carta solicitando respostas sobre privacidade e regulamentação financeira das mídias sociais.

“É importante entender como as grandes plataformas sociais disponibilizam dados que podem ser usados de maneiras com grandes implicações para a vida financeira dos consumidores […] Também é importante entender como as grandes plataformas sociais usam dados financeiros para traçar o perfil e atingir os consumidores”, diz a carta.

Rumores de que o gigante das redes sociais, proprietário do Instagram e do WhatsApp, planeja criar sua própria moeda digital, têm circulado desde 2018.

O anúncio do Facebook vem depois que a vice-presidente da empresa americana para a Europa, Nicola Mendelsohn, disse no início deste mês que a empresa criará mais 500 empregos em tecnologia em Londres, incluindo cem oportunidades de trabalho em inteligência artificial. Londres é o maior centro de engenharia do Facebook fora dos Estados Unidos.

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Facebook pretende lançar criptomoeda, diz mídia

Facebook teria passado um ano trabalhando secretamente no projeto de sua criptomoeda.

estilo.online Redação

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Vale ressaltar que o Facebook tentou obter uma moeda virtual há uma década, mas acabou falhando, entretanto, na época, a empresa não contava com uma base de dois bilhões de usuários.

Os executivos da rede social se encontraram com a equipe de criptomoeda para discutir o anúncio de seu próprio sistema de pagamento digital, segundo o The Financial Times.

O Facebook planeja lançar sua própria ferramenta de criptomoeda, GlobalCoin, no primeiro trimestre de 2020, porém pode ser testada no final de 2019, afirma a BBC.

Uma equipe secreta teria trabalhado por mais de um ano no projeto do GlobalCoin, com isso, espera-se que a criptomoeda do Facebook não permita apenas que seus usuários comprem coisas e enviem dinheiro por meio das plataformas da empresa, como também façam pagamentos fora delas.

Anteriormente, a mídia social já havia demonstrado intenções relacionadas aos sistemas de pagamento digital.

“Eu acredito que deva ser tão fácil enviar dinheiro para alguém como enviar uma foto”, afirmou Mark Zuckerberg, fundador do Facebook.

Segundo relatos, a empresa também esteve envolvida em negociações com instituições financeiras, comerciantes on-line, empresas e bolsas de criptomoedas que podem converter o dinheiro digital em outras moedas virtuais ou impressas, incluindo o dólar.

Além disso, Mark Zuckerberg discutiu a ideia com o presidente do Banco do Reino Unido, Mark Carney, e autoridades do Tesouro norte-americano, acrescenta a BBC.

A Western Union, empresa de transferência de dinheiro, também foi envolvida nas negociações.

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