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Astronauta da NASA tira FOTO do espaço da poderosa tempestade tropical Barry

NASA tirou uma fotografia do Furacão Barry, que está indo diretamente para a região sudeste dos EUA, a partir da Estação Espacial Internacional (EEI).

estilo.online Redação

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A tempestade ameaçadora já foi qualificada como furacão da categoria 1 com ventos de até 120 km/h.

O Centro Nacional de Furacões dos EUA atualizou o alerta às pessoas que vivem nas regiões de passagem do furacão Barry, calcula-se que a tempestade irá atingir a costa sudeste dos EUA dentro das próximas horas.

O Centro advertiu a população para a tempestade, com aguaceiros e ventos fortes atingindo toda a costa centro-norte do golfo do México, escreve tabloide britânico Daily Star.


O furacão Barry visto da Estação Espacial Internacional

O Centro Nacional de Furacões acrescentou que a tempestade forte poderá provocar o transbordo de rios assim que o furacão avançar para o interior do continente, especialmente em regiões dos estados de Louisiana e Mississippi.


Vídeo impressionante de uma tromba d’água que se formou no lago Pontchartrain, estado de Louisiana.

Como resultado, os governadores destes estados norte-americanos declararam o estado de emergência.

Embora se espere que o Barry não adquira força máxima, mesmo assim suas precipitações ameaçam provocar inundações desastrosas ao longo da costa do golfo do México.

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VÍDEO gravado por sonda espacial exibe cometa sendo ‘devorado’ pelo Sol

O cometa mostrado no vídeo atingiu o Sol mesmo no centro, acabando por se evaporar completamente devido às temperaturas extremas da estrela.

estilo.online Redação

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Cometas desta classe passam muito perto da superfície do Sol e são frequentemente destruídos.

Na quinta-feira (15), o telescópio espacial da sonda SOHO gravou o vídeo impressionante de um cometa mergulhando diretamente no Sol.

Na gravação se pode observar inúmeros corpos celestes, incluindo uma Vênus brilhante localizada muito perto do Sol (a imagem do Sol foi tapada com um disco opaco para aumentar a visibilidade) e um cometa rasante Kreutz, ou Kreutz sungrazer, mergulhando quase diretamente no centro do Sol.

Os cometas Kreutz são uma família de cometas rasantes que têm suas orbitas extremamente próximas do Sol.

Este não é o primeiro evento deste tipo gravado neste verão pela sonda SOHO. Em 20 de junho, o observatório detectou dois cometas – um Kreutz sungrazer e um Meyer sunskirter – se aproximando do Sol.

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Buraco negro supermassivo pode ‘engolir’ todo o Universo, alerta astrônomo

A recente descoberta de um buraco negro supermassivo deu aos astrônomos uma nova perspectiva quanto à força potencial destes objetos celestes.

estilo.online Redação

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O astrônomo David Whitehouse afirma que nosso Universo poderia ser engolido por um gigante buraco negro. Em uma entrevista, ele explicou que um buraco negro supermassivo recentemente descoberto pelos astrônomos na América do Sul forneceu novas perspectivas sobre o quão grandes estes objetos podem ser.

“Começamos a nos dar conta daquilo que achávamos antes que havia um limite quanto ao tamanho dos buracos negros no centro da galáxia, porque eles conseguem engolir muitas estrelas. Os buracos negros aumentam em tamanho tragando a matéria, gás, estrelas e pó”, Este [buraco negro recém-descoberto] é enorme, então talvez possam existir buracos negros ainda maiores, disse o astrônomo.

Segundo ele, várias teorias físicas especulam que, a um determinado momento no futuro, um buraco negro pode se tornar suficientemente grande para absorver cada vez mais estrelas e eventualmente engolir o Universo.

O PSO J352-15 – buraco negro (quasar) anormalmente brilhante

“Existem teorias que nos indicam que, possivelmente, em um futuro muito remoto, tudo irá acabar em um buraco negro, todo o Universo”, opinou Whitehouse.

O cientista afirma que é importante investigar os buracos negros, porque suas propriedades físicas únicas proporcionam aos cientistas uma “perspectiva diferente sobre o funcionamento do Universo e aquilo que ele é capaz de criar”.

“Os buracos negros têm diferentes tipos de formas e tamanhos. Existem buracos negros do tamanho de um átomo, por outro lado, no centro de galáxias, há buracos negros gigantescos que excedem o tamanho do Sol em bilhões de vezes, são objetos fascinantes”, salientou o Dr. Whitehouse.

Os buracos negros são tão densos que criam uma força gravitacional capaz de capturar a luz. Nada lhes pode escapar. No entanto, essa incrível massa também deforma o tempo e o espaço nas suas imediações, fazendo com que o tempo decorra de forma totalmente diferente do que decorre para um observador que esteja de fora.

De acordo com equações teoréticas, somente as estrelas muito maiores que o nosso Sol podem formar um buraco negro.

No início deste mês, a NASA informou que, durante uma pesquisa do quasar PSO167-13 e de nove outros quasares com a ajuda do telescópio Chandra, os astrônomos poderiam ter detectado um buraco negro gigantesco e muito distante.

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Tardígrados, seres ‘indestrutíveis’, podem estar vivos na Lua

Os tardígrados vivem na Terra e são organismos resistentes às mais extremas condições

estilo.online Redação

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Décadas de exploração espacial serviram para descobrir mais sobre as estrelas e imaginar o que haverá a milhões de anos de luz de nós.

Um pouco mais perto de nós temos a Lua, satélite da Terra que também já serviu para a ficção-científica imaginar todo o tipo de coisas, incluindo os seres que lá poderiam viver.

Até hoje, nunca surgiram provas de que a Lua fosse habitada. No entanto, é bem possível que já haja organismos vivos por lá. E a culpa é nossa (leia-se, da Humanidade).

Em abril passado, uma sonda israelita caiu ao tentar descer na lua. Falamos da Beresheet, um projeto de financiamento privado. A bordo daquela sonda estavam armazenados tardígrados.

Trata-se de um micro-organismo, com ar de larva e oito patas, nunca superior a um milímetro de comprimento, que tem fascinado os cientistas pela sua capacidade de resistência.

Estes pequenos organismos resistem a temperaturas extremas, de gelo ou calor, e têm uma resistência à radiação muito superior aos humanos.

Segundo a BBC, Nova Spivack, o cofundador deste projeto – a Arch Mission Foundation -, admite que os tardígrados a bordo da sonda poderão ter sobrevivido a queda. “Acreditamos que as hipóteses de sobrevivência dos tardígrados são extremamente altas”, conta.

Os espécimes que ali seguiam estariam desidratados, uma condição que mataria a generalidade dos seres vivos. No entanto, também isto não seria suficiente para matar os tardígrados.

Quando desidratados, os tardígrados retraem-se, as patas recolhem-se e ficam mais pequenos, como se fossem uma pequena bola. Mas eis outro fator surpreendente nestes animais: cientistas já descobriram que estas ‘micro-larvas’, mesmo tendo estado décadas desidratados, conseguem ‘voltar à vida’ com um pouco de água, ou seja, são reanimados mesmo tendo estado décadas naquele estado de suspensão devido à desidratação.

Agora a Lua poderá ter os seus primeiros habitantes. E serão logo aos milhares.

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