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Manuscrito cristão mais antigo do mundo é descoberto na Suíça (FOTO)

A carta P.Bas. 2.43, escrita por um membro da elite provincial romana, é 40-50 anos mais antiga que os outros textos cristãos conhecidos.

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Um dos papiros da coleção da Universidade de Basileia (Suíça) é o manuscrito cristão mais antigo que se conhece, afirmou essa entidade em um comunicado com referência a uma monografia escrita este mês pela professora de História Antiga Sabine Huebner.

Trata-se de um papiro que provém do povoado de Theadephia, localizado no centro de Egito. Ele contém uma carta escrita por Arrianus, membro da elite provincial romana, ao seu irmão Paulus na qual ele conta como vão as coisas na sua família e pede para lhe enviar um bom molho de peixe.

O que chamou a atenção dos investigadores é a forma de expressão que aparece na última linha do texto: “Rezo ao Senhor para que tudo esteja bem contigo.”

“O uso desta abreviatura, conhecida neste contexto como “nomen sacrum”, não deixa lugar para dúvidas sobre as crenças cristãs do remetente. É uma forma exclusivamente cristã que se conhece dos manuscritos do Novo Testamento”, explicou Huebner.

Para além disso, a professora pensa que o nome do destinatário é “extremamente raro” para aquela época, indicando que os pais de Arrianus e Paulus, fazendeiros e funcionários públicos, também seriam cristãos.

De acordo com o comunicado, o manuscrito contraria o conceito de acordo com o qual os primeiros cristãos “eram retratados como excêntricos que se refugiavam do mundo e eram ameaçados por perseguição”. Pelo contrário, mostra que algumas famílias cristãs ocupavam cargos importantes na província romana de Egito já no início do século III d.C.

Uma análise meticulosa do documento permitiu a Huebner afirmar o texto teria sido elaborado na década de 230, se tornando assim no manuscrito conhecido mais antigo escrito por um cristão. De fato, o papiro é 40 a 50 anos mais antigo que o resto das cartas cristãs conhecidas, indica o mesmo comunicado.

O P.Bas. 2.43 é guardado na Universidade de Basileia junto com outros 64 papiros egípcios. Ele faz parte do chamado ‘arquivo Heroninos’, um dos maiores desta época, que contém cerca de 1.000 papiros.

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Mídia: testes secretos podem ter sido realizados perto da misteriosa Área 51

A Faixa de Teste e Treinamento de Nevada (NTTR, sigla em inglês), onde fica a altamente secreta Área 51, pode ter sediado “teste ou testes significativos” no último fim de semana.

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Uma das fontes é o internauta Bryan Herbert, que monitora acontecimentos aéreos. Desde o dia 8 de agosto, ele vem compartilhando Avisos ao Aviador (NOTAM, na sigla em inglês) com possível identificação de áreas restritas dentro da NTTR que estavam sendo colocadas fora dos limites de qualquer tráfego aéreo a qualquer altitude.

Embora não se saiba se testes aconteceram ou se os avisos são autênticos, o primeiro suposto aviso foi emitido para o espaço aéreo restrito R-4806E, que inclui o deserto Dry Lake, que fica a cerca de 50 quilômetros a sudeste da Área 51.

Voo não identificado, sem sinal de ligação ouvido, falando com uma estação que não ouviu sobre um atraso de chuva e à espera de um padrão

Vejo um NOTAM para o que parece ser um lançamento em R-4806E. Eu me pergunto se a aeronave era para suporte de lançamento.

Também quero salientar que eu não ouvi um avião aterrissar na [Base Aérea de] Nellis ou Creech. Se eles fizeram, eu não os ouvi entrando em contato com a torre

Outro suposto aviso foi publicado em 10 de agosto para o mesmo espaço aéreo, com Herbert sugerindo que esse segundo estava “indicando algum tipo de lançamento”.

Outro NOTAM para R-4806E. A janela abre às 20h, horário de Los Angeles. Assim como na outra noite, não há limite de espaço aéreo, “indicando algum tipo de lançamento”

O terceiro aviso foi supostamente postado no mesmo dia para um fechamento de dois dias – de 10 a 12 de agosto – de espaço aéreo da superfície para a Terra para um espaço aéreo ilimitado. Desta vez foi para outra zona, a R-4807A, que separa a Área 51 do lago Groom (R-4808N) da Faixa de Teste de Tonopah (R-4809).

Altamente secreta companhia

Além da observação de Herbert, os rastreadores de aviões notaram que Janet, uma misteriosa e altamente secreta companhia aérea, ostensivamente realizou voos incomuns para a Área 51 e para a Faixa de Teste de Tonopah no último fim de semana. O portal The Drive sugeriu que tais voos indicam eventos de teste importantes.

A NTTR, uma das duas áreas de treinamento militar usadas pela Força Aérea dos EUA, é normalmente usada para voos de teste e exercícios de desenvolvimento ultrassecretos.

A Área 51, que se encontra no epicentro das atenções nos últimos meses, está localizada dentro da NTTR, e foi criada nos anos 50 em um deserto de Nevada para supostamente testar tecnologias secretas de aviação e aviões dos EUA, mas está amplamente associada a várias teorias de conspiração relacionadas a ETs.

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Arqueólogos descobrem vestígios de sociedade misteriosa antecessora do Antigo Egito

Um grupo de cientistas internacional relatou a descoberta de locais de sepultamento que remontam a uma cultura antiga que existia no deserto líbio e permitiu a ascensão do Antigo Egito.

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Membros da Expedição Pré-histórica Combinada, com autorização do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, estudaram locais de sepultamento com foco no Neolítico Final (4.600-4.000 a.C.), que foi construído sobre o sucesso do Neolítico Tardio (5.500-4.650 a.C.), e situados ao longo das antigas margens de um lago sazonal extinto perto de um lugar chamado Gebel Ramlah.

Arqueólogos lançam luz sobre misteriosa sociedade neolítica por trás da ascensão do Antigo Egito

Cientistas publicaram algumas de suas descobertas na African Archaeological Review. Em “Gebel Ramlah – um Cemitério Único de Recém-Nascidos do Saara Neolítico”, os pesquisadores oferecem importantes detalhes sobre os misteriosos modos de vida dos povos antigos.

Cemitérios descobertos

Nessa altura, o clima no deserto era mais úmido do que hoje, o que permitiu aos antigos agricultores povoar a região. Esta cultura era caracterizada pela cultura do gado e pela criação de estruturas megalíticas, santuários e mesmo círculos de calendário semelhantes a Stonehenge.

Durante a última parte do período neolítico, as pessoas começaram a enterrar seus mortos em cemitérios formais. Os esqueletos fornecem informações sobre sua saúde, relacionamentos, dieta e até mesmo experiências psicológicas.

Em 2001-2003, os arqueólogos escavaram três cemitérios desta época, tendo descoberto e estudado 68 esqueletos e os artefatos deixados nas sepulturas: ferramentas cosméticas elaboradas para mulheres, armas de pedra para homens, bem como cerâmica ornamental, conchas marinhas, joias de pedra e de casca de ovo de avestruz.

Pesquisadores descobriram que essas pessoas tinham um baixo nível de mortalidade infantil, alto crescimento e uma expectativa de vida relativamente longa (40-50 anos).

Desigualdade social

Em 2009-2016, foram descobertos mais dois cemitérios com 130 esqueletos e um pequeno número de artefatos. De acordo com os resultados da análise, estas pessoas eram baixas, havia um elevado grau de mortalidade infantil e tinham uma esperança de vida curta. Pensando nas razões para as tremendas diferenças nos locais de sepultamento, os investigadores chegaram a uma série de teorias.

É possível que alguns locais fossem destinados a pessoas de alto status social, enquanto outros eram para a classe trabalhadora. Esta poderia ser a primeira evidência de estratificação de classes no Egito, afirmam os especialistas.

Esses indicadores, juntamente com a arquitetura tecnológica e cerimonial inovadora, como os círculos de calendário e santuários, implicam que essas pessoas apresentavam um nível de sofisticação para além do dos pastores de gado bovino e ovino/caprino comuns. Os achados fascinantes podem ser vistos como um precursor das coisas que irão acontecer no Antigo Egito.

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Por que fósseis de 20 milhões de anos achados na Antártica fascinam geólogos?

Cientistas descobriram na Antártica um fóssil de 20 milhões de anos debaixo da superfície, que eles descreveram como “o melhor” pedaço de história que já haviam encontrado.

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A pesquisa da área gélida, que inclui perfurações profundas para obter amostras de gelo, tem sido fundamental para provar os efeitos das mudanças climáticas no continente.

O documentário “Os Segredos da Antártica” revela por que esse campo de testes é perfeito para estudar o aquecimento global, segundo o tabloide britânico Express.

“Só na última década, o aumento das temperaturas fez com que pedaços gigantes de gelo costeiro diminuíssem ou se desmoronassem”, diz o narrador da filmagem, adicionando que os pesquisadores temem que isso “possa ser apenas o início de uma reação em cadeia”.

O documentário conta que, para conhecer o que aconteceu no passado e formar uma imagem mais precisa do futuro da Antártica, os cientistas planejam perfurar a camada de gelo com uma broca gigante.

Evidências nos fósseis
A série continuou destacando como a área já foi parte de um continente muito maior.

“A Antártica nem sempre esteve presa num congelamento profundo. Há 160 milhões de anos fazia parte de um enorme supercontinente mais próximo do equador […] Na época, a Terra era muito mais quente do que hoje, e as evidências fósseis sugerem que essa massa de terra gigante era um habitat tropical para os dinossauros”, adiciona o narrador.

Eventualmente, o supercontinente se separou e a Antártica foi para sul. À medida que a Terra ia ficando mais fria, os níveis de dióxido de carbono e as correntes oceânicas arrefeciam ainda mais o continente isolado, diz-se na série.

“Então, cerca de 34 milhões de anos atrás, o gelo começou lentamente a se formar e levou milhões de anos para que finalmente se fixasse em um congelamento profundo”, ressalta.

‘História congelada’
Devido a esse congelamento profundo, a vida vegetal que antes existia permaneceu completamente intacta e, agora, com o derretimento do gelo, os pesquisadores podem ter uma ideia do passado.

“Olha, essa folha – que caiu na lama há talvez 20 milhões de anos […] Isso pode ser o melhor [de tudo o que já encontramos] até agora”, mostrou Allan Ashworth, da Universidade Estadual de Dakota do Norte (EUA).

Durante a mesma série, é mostrado um cilindro com uma amostra de solo gelado em perfeitas condições, retirado com o equipamento de perfuração a 440 metros abaixo da superfície e com a idade de 15 milhões de anos.

“Essa lama e rocha são mais valiosas do que o ouro porque cada amostra é uma máquina do tempo”, explica-se no documentário, adicionando que todo o material é recolhido e estudado detalhadamente.


Brecha na geleira Pine Island, na Antártida (imagem referencial)

Esse continente gelado é um paraíso intocado para muitos cientistas. Inclusive a NASA está usando a região para se preparar para a vida em Marte. Mais de 1.000 cientistas residem lá em vários campos do deserto congelado, enfrentando temperaturas tão baixas quanto -90C.

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