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Campeã mundial de skate mais jovem do mundo é brasileira: 11 anos

estilo.online Redação

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Rayssa, a fadinha - Foto: reprodução

A brasileira Rayssa Leal é a mais jovem campeã mundial de Skate. A menina de 11 anos venceu a etapa da Street League Skateboarding.

Rayssa Leal, conhecida como “Fadinha”, é de Imperatriz, no Maranhão e venceu a prova no último domingo, 28, em Los Angeles, na Califórnia.

A etapa contou pontos para o ranking olímpico. A modalidade vai fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos pela primeira vez em 2020, em Tóquio, no Japão.

Rayssa disputou uma etapa do maior campeonato do mundo de skate na modalidade street pela terceira vez na carreira.

Na final, ela acertou todas as suas cinco tentativas de manobras, obtendo notas 4.8, 5.4, 7.0, 6.1 e 4.7, com a soma resultando na primeira colocação.

“Nossa, estou sem palavras de poder, na minha terceira Street League, estar no pódio com minhas amigas que eu me inspiro muito (…) Esse troféu foi para o meu irmão”, disse a garotinha após a conquista.

Outros destaques

Outro destaque brasileiro foi Pamela Rosa, que ficou em segundo lugar.

Já Letícia Bufoni terminou o torneio na sexta posição. Essa etapa do mundial conta pontos para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que acontecerão na capital japonesa de 24 de julho a 9 de agosto de 2020.

Na semifinal da Street League, o Brasil ainda esteve presente em 17º lugar, com Isabelly Ávilla, em 19º lugar com Gabi Mazetto, em 23º com Marina Gabriela, em 26º com Virginia Fortes Aguas e em 30º com Karen Feitosa.

Já na equipe masculina, o destaque foi o jovem Giovanni Vianna, que participava do campeonato pela primeira vez.

O skatista chegou a final, mas terminou a disputa na quarta colocação, o melhor entre os brasileiros.

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Esportes

Corredora que perdeu patrocínio por causa da gravidez bate recorde de Bolt

estilo.online Redação

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A força da mulher! Dez meses após dar à luz, a corredora Allyson Felix conquistou esta semana sua 12ª medalha de ouro e se tornou na única atleta do Mundo com essa marca em Campeonatos do Mundo.

Ela superou o jamaicano Usain Bolt, que tem 11 medalhas. O curioso é que Allyson Felix foi desacreditada pelos patrocinadores quando engravidou. Na época, perdeu o apoio financeiro porque as marcas temiam que ela não teria o mesmo desempenho de antes.

Mas dois meses o nascimento da filha – que teve gestação de risco, pré-eclâmpsia e uma cesariana com 32 semanas de gravidez – Allyson voltou a treinar.

Agora, 10 meses após o nascimento da filha a velocista norte-americana mostrou o que é empoderamento e venceu o segundo segmento na estafeta mista 4×400 metros no Mundial de Doha.

Luta pelas mulheres

A atleta medalhista é conhecida por lutar pelos direitos das mulheres no esporte, que costumam não receber patrocínio durante e após a gravidez.

“Eu tive que lutar muito este ano – pela minha saúde, pela minha filha, pelas mulheres e mães, pelo que eu mereço e pelo meu condicionamento físico. Estou realmente orgulhosa de estar no meu 9º campeonato mundial e este é mais especial, porque minha bebê está no estádio para assistir a tudo”, escreveu Allyson no Instagram ao lado de uma foto com a filha.

Que os patrocinadores tenham aprendido, após essa prova de superação, com direito a tapa com luva de pelica.

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Futebol

Daniel Alves diz que voltou ao Brasil para ‘ser exemplo’ no futebol

O jogador disse que tinha clubes europeus interessados na sua contratação mas decidiu voltar ao Brasil

estilo.online Redação

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Daniel Alves deixou a modéstia de lado ao comentar sobre seu retorno ao futebol brasileiro. O lateral-direito de 36 anos, contratado em agosto pelo São Paulo, disse que ainda tinha clubes europeus interessados na sua contratação, mas voltou ao País para servir de exemplo.

“O Brasil precisa urgentemente de grandes exemplos em vários setores. Somos um país muito egoísta, onde se o meu estiver bom, o do outro não importa. Assim não se cria uma nação sólida e nem sensibilidade entre as pessoas. Gostaria de ser uma dessas referências, esse é meu desafio aqui”, contou o jogador, em entrevista à revista GQ Brasil.

Apesar de estar somente há dois meses no São Paulo, o jogador já se envolveu em polêmicas no novo clube. Na semana passada, Vagner Mancini pediu demissão do São Paulo por reclamar da influência de Daniel Alves nas decisões da equipe.

Mancini era coordenador técnico e teria sido chamado para assumir a vaga de Cuca no comando do time. De acordo com áudio vazado com a voz de Mancini, Daniel Alves teria pedido a contratação de Fernando Diniz. Por isso, o coordenador técnico pediu demissão. À revista, o lateral-direito reclamou de ser incompreendido.

“Sempre pegam as coisas ruins de qualquer frase que eu falo, mas não a mensagem completa”, defendeu-se. Após o empate do São Paulo com o Flamengo, ele tentou explicar o que aconteceu nos bastidores do clube.

“Aqui a gente preza sempre pelo bem do São Paulo. Se eu tiver que ficar com alguma coisa do Mancini, fico com o grande cara que conheci. Às vezes, quando você está em um momento de decepção, ‘caliente’, você tem que respirar antes de fazer declarações, que não vem ao caso. Penso que está fora de lugar tudo isso. Se eu tivesse esse poder, queria ter em casa, mas nem em casa tenho esse poder, imagina no São Paulo. A gente preza pelo bem do São Paulo, pelo crescimento do clube. Não pensamos nunca no individual, no bem para nós. É isso o que vamos prezar, independente do que estejam falando”, afirmou.

A aposentadoria não está em seus planos pelo menos não antes do Mundial do Catar, em 2022. “Quero ir para a Copa de 2022”, disse à revista. “Depois eu penso em parar, sobretudo se o resultado for bom. Meu sonho não é conquistar cinquenta títulos (tem 40 atualmente), não vai caber nenhum troféu no meu caixão. Quero levar comigo sensações, momentos vividos”, comentou.

Quando pendurar as chuteiras, o jogador disse que pretende se tornar palestrante para jovens e adolescentes sobre “conscientização humanitária” e ser stylist. E até mesmo se arriscar na indústria da música. “Brinco que, na verdade, sou músico e meu hobby é futebol. Quem sabe eu não lanço um álbum?”

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Futebol

Partida na Itália é paralisada por racismo contra jogador brasileiro

Após ouvir insultos racistas da torcida da Atalanta, Dalbert avisou ao árbitro Daniele Orsato, que parou o jogo brevemente

estilo.online Redação

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Apartida entre Atalanta e Fiorentina, pela quarta rodada do Campeonato Italiano, teve uma breve paralisação neste domingo em razão de cânticos racistas vindo de torcedores do time da casa em direção ao lateral-esquerdo brasileiro Dalbert Henrique.

Após ouvir insultos racistas da torcida da Atalanta, Dalbert avisou ao árbitro Daniele Orsato, que parou o jogo brevemente. A partida foi interrompida aos 31 minutos do primeiro tempo e o sistema de som do estádio Ennio Tardini, em Parma, comunicou a proibição de cânticos racistas e preconceituosos no local.

Após cerca de três minutos, o árbitro apitou o recomeço da disputa, que terminou em 2 a 2. Dalbert ficou em campo até os 40 minutos da etapa final, quando foi substituído por Lorenzo Venuti. O centroavante Pedro, ex-Fluminense, é o outro brasileiro no elenco da Fiorentina, que também conta com o veterano francês Franck Ribery, autor do segundo gol da equipe de Florença na partida.

Revelado nas categorias de base do Barra Mansa, clube do Rio de Janeiro, Dalbert não jogou profissionalmente no futebol brasileiro. Ele passou pela base do Fluminense e deixou o País para jogar em Portugal, onde atuou pelo Acadêmico de Viseu e pelo Vitória de Guimarães até ser comparado pelo Nice, da França, em 2016. No ano seguinte, a Inter de Milão adquiriu o jogador por 20 milhões de euros (cerca de R$ 91 milhões). Dalbert, no entanto, atuou pouco pelo time de Milão e foi emprestado para a Fiorentina nesta temporada.

Este não é o primeiro caso de racismo em partidas na Itália. O belga Romelu Lukaku, recém-contratado pela Inter de Milão, e o marfinense Franck Kessie, meia do Milan, também foram alvos de insultos racistas nesta temporada. Apesar da interrupção da partida neste domingo, nenhum clube recebeu qualquer tipo de punição até aqui.

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