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O ranking dos signos mais inteligentes, e dos menos (muito menos)…

Saiba se está entre os mais sábios – e lembre-se não é pessoal, é apenas o que dizem as estrelas

estilo.online Redação

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Os signos não estão todos no mesmo patamar quando o assunto é intelecto. A publicação ‘Oh My Mag’ divulgou uma lista que irá lhe dizer se afinal é muito inteligente…

1. Capricórnio

A sua grande lucidez, lógica e pragmatismo fazem dele o signo mais inteligente!

2. Escorpião

Com uma mente brilhante, pode ainda contar com a sua intuição em qualquer situação. A sua inteligência é sobretudo emocional.

3. Gêmeos

Graças à sua curiosidade em todos as áreas, este signo está entre os mais inteligentes.

4. Aquário

Tem um espírito vivo, e a sua capacidade cognitiva é rápida e lógica. Os indivíduos de aquário resolvem todos os problemas em um piscar de olhos!

5. Touro

Necessita de tempo, mas desenvolve sua inteligência no dia a dia e é dono de uma memória incrível.

6. Câncer

É a prova que criatividade e inteligência podem andar de mão dada. É discreto e introvertido, mas consegue se fazer entender facilmente e as suas ideias – são geralmente boas ideias.

7. Peixes

Tem uma excelente memória e uma inteligência sutil. Por outro lado, a sua emotividade faz com que algumas vezes perca o bom senso e sentido de lógica.

8. Sagitário

Aprende ao longo da vida, é muito dedicado aos estudos.

9. Libra

Desenvolve a inteligência estando em contato com os outros, de forma espontânea. Afinal, a experiência de vida é a melhor escola. Dizem…

10. Leão

Consegue se adaptar a qualquer situação. A sua inteligência é social, ou seja aprende em grupo.

11. Virgem

Aprende rápido, mas necessita de desenvolver o senso crítico e forjar uma opinião própria.

12. Áries

O seu maior problema é a falta de concentração. O carneiro pensa e reflete depois de cada golpe, mas pode sempre melhorar.

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Redes sociais estão prejudicando saúde mental dos jovens

Estudo realizado no Reino Unido envolveu 10 mil jovens entre os 13 e os 16 anos. As meninas são afetadas pelo cyber-bullying, assim como pela falta de sono e de exercício

estilo.online Redação

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As redes sociais estão prejudicando a saúde mental dos jovens, revelou um estudo realizado pela University College London e Imperial College no Reino Unido. A pesquisa contou com a participação de 10 mil pessoas, entre os 13 e os 16 anos, e concluiu que – com a consulta de redes como o Facebook, o Instagram e o Snapchat – o risco de problemas de saúde mental aumenta devido aos seus ‘efeitos secundários’.

Há uma ligação “significativa” entre as crianças que consultam as redes sociais mais de três vezes por dia e aquelas que, mais tarde, revelam sofrer de stress psicológico. De acordo com a Sky News, os pesquisadores concluíram que este problema não é um resultado direto de ‘ir’ às redes mas está sim associado aos efeitos ligados a este hábito.

De qualquer forma, nem todas as pessoas sentem esta questão da mesma forma. O estudo revela que, para as garotas, o uso frequente as redes prejudicou a saúde por levar a um contato com o cyber-bullying, por falta de sono e de quantidade de exercício físico adequado.

Quanto aos rapazes, estes fatores só explicam 12% dos problemas, sendo que neste caso há efeitos diversos.

“Os nossos resultados sugerem que as redes sociais em si não prejudicam, mas o seu uso frequente pode impossibilitar atividades que têm um impacto positivo na saúde mental como dormir e fazer exercício, enquanto aumenta a exposição dos jovens a conteúdos que podem ser perigosos, particularmente o cyber-bullying”, revela Russell Viner, um dos coautores do estudo, em uma nota citada pela CNN.

As conclusões do estudo foram publicadas na The Lancet Child & Adolescent Health.

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Noites mal dormidas podem ter relação com dores nas costas

O sono pode interferir na saúde da coluna

estilo.online Redação

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O sono é fundamental para reparação da nossa saúde e também da coluna vertebral. É o momento de descanso e recuperação das energias para as atividades do dia seguinte. Mas, segundo o ortopedista especialista em coluna e membro da Sociedade Brasileira de Coluna, Dr. Luiz Cláudio Lacerda, para uma parcela da população a noite não traz esses sintomas de paz e relaxamento, e pode significar sofrimento e angústia, principalmente para quem tem dor lombar ou cervical crônica.

Alguns sinais a serem observados são dores musculares, dor aguda na região das costas, dor que irradia para a perna e flexibilidade limitada ou problemas nos movimentos das costas, que podem significar um verdadeiro pesadelo para as pessoas que convivem com o drama diariamente na hora de adormecer.

Atenção para a posição na hora de dormir

Segundo o especialista, não existe uma receita certa para amenizar as dores na coluna e se ela está prejudicando a qualidade do sono, se faz necessária uma avaliação com um ortopedista para solicitar exames e fazer um diagnóstico correto. “Se a dor nas costas prejudica o sono, procure imediatamente ajuda médica”.

Lacerda aponta que deitar em posições que façam pressão na lombar ou na cervical podem fazer o indivíduo sentir dores e até mesmo ter a sua respiração prejudicada. Por isso, é preciso ficar atento na melhor posição na hora de dormir: que é de lado, o que na linguagem técnica chama-se de decúbito lateral. Assim, ele recomenda:- Utilizar um travesseiro de altura suficiente para preencher o espaço entre o ombro e a cabeça, que irá manter sua coluna alinhada; – Colocar um travesseiro entre as pernas, na altura dos joelhos, para evitar a sobrecarga da coluna lombar pelo posicionamento de uma perna sobre a outra;- Escolher um colchão que proporcione equilíbrio, ou seja, nem muito fofo e nem muito duro. E evite dormir na posição de bruços (decúbito ventral).

Qual o melhor colchão?

O ortopedista conta que existem dois tipos de colchões, o de mola e o de espuma, sendo que o primeiro tem uma durabilidade maior, podendo chegar a oito anos, e o de espuma dura aproximadamente quatro anos. Mas, eles devem ser escolhidos de acordo com as características e as preferências de cada um. “Ambos têm suas vantagens. O colchão de molas tem uma durabilidade maior e para camas de casal eles são muito bons, pois se adequam aos indivíduos de forma independente. Já o de espuma, cada fabricante tem uma densidade adequada ao peso da pessoa, não pode ser nem muito duro e nem macio demais”, alega Lacerda.

O médico também alerta sobre o tempo de uso, pois o produto que já passou da validade não retorna para algumas posições. “Eles deixam buracos e estas falhas causam uma sobrecarga na coluna, podendo comprometer a saúde da mesma”.

Algumas dicas úteis são: não deixar o travesseiro mais alto que a linha do ombro e evitar colocar o braço por baixo do travesseiro. Uma outra dica importante é que em alguns colchões recomenda-se virá-los de lado a cada três meses, pois aumentam sua longevidade e diminui as deformações comuns do uso contínuo (consulte o fabricante).

“Qualquer sintoma ou desconforto, procure o médico”, recomenda o especialista.

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‘Pular’ café da manhã traz risco de engordar, diz estudo

A pesquisa foi realizada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paul

estilo.online Redação

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“Pular” o café da manhã está relacionado a um aumento em indicadores de obesidade entre adolescentes. Essa é a principal conclusão de um estudo publicado na revista Scientific Reports. A pesquisa foi realizada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com pesquisadores europeus.

Com base em levantamentos com meninos e meninas entre 12 e 18 anos, o estudo identificou a relação entre abolir o café da manhã e aumento no Índice de Massa Corporal (IMC), na circunferência da cintura e na razão cintura/altura – indicadores ligados à obesidade.

Para os levantamentos, 3.528 jovens europeus e 991 brasileiros relataram seus hábitos cotidianos. Os dados foram casados com medidas de peso dos participantes. Considerando o tempo de sono dos jovens, foi calculado o impacto do café da manhã, do tempo em frente às telas e da falta de atividade física vigorosa nos indicadores de obesidade.

“Mesmo dormindo bem, se o adolescente ‘pula’ o café da manhã, aumenta o peso e a circunferência da cintura. O comportamento de ‘pular’ o café da manhã se associou a um aumento nesses marcadores (de obesidade) muito expressivamente”, explicou uma das autoras do estudo, a epidemiologista Elsie Costa de Oliveira Forkert, do Grupo de Pesquisa em Risco Cardiovascular e Ambiental, da Faculdade de Medicina da USP.

Segundo Elsie, o impacto do fator café da manhã nos índices de obesidade foi até maior do que o efeito dos outros comportamentos avaliados pela pesquisa – como o tempo de tela e a falta de exercícios físicos. Estudos anteriores já haviam apontado a importância da primeira refeição do dia no desenvolvimento dos jovens. O hábito de deixar de lado a primeira refeição do dia é comum entre adolescentes.

Estima-se que 20% abram mão do desjejum. Entre meninas, esse comportamento é ainda mais habitual – 44,5% das europeias e 37,8% das brasileiras. Entre meninos, o porcentual cai para 35,9% e 34,6%, respectivamente. Segundo Elsie, a diferença pode estar ligada à busca pelo emagrecimento para fins estéticos.

Acontece que restrições causam efeito contrário. “Não entrando alimento, o organismo libera hormônios contra reguladores. Ele entende que a reserva está pequena e segura um pouco mais”, diz Elsie. Outra razão é que, se o jovem deixa para comer no meio do dia, escolhe alimentos de baixo valor nutricional e mais calóricos, o que contribui para o ganho de peso.

Dia a dia

“O que vejo no dia a dia é que muitos não tomam o café da manhã, mas comem na escola. E, quando compram, não é a melhor opção, é um sanduíche pronto, refrigerante, leite com chocolate e açucarado, suco de fruta adoçado, isso quando não compram coxinha, esfirra”, diz o endocrinologista Mario Kehdi Carra, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Mas as famílias relatam dificuldades em lidar com a falta de apetite dos jovens no início do dia. “Na maioria das vezes, só tomo leite. Até tento comer, mas não sinto fome”, conta o estudante Pietro Affonso, de 14 anos. “Até posso sentir fome durante a aula, daí dou uma beliscada no lanche (pão com patê).”

Segundo Andressa Heimbecher, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, é preciso que os pais investiguem a causa da falta de fome – ela pode estar ligada, por exemplo, a um jantar muito calórico ou até a problemas de refluxo. Para ela, o café em casa também é vantajoso sob outro ponto de vista. É o momento em que pais podem observar como os filhos comem e propor mudanças. “O comportamento alimentar das crianças é o espelho dos pais. Se ele não senta para tomar café não transmite o exemplo.”

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