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A um passo da surdez: como gadgets podem se tornar arma destruidora da nossa audição

Pesquisa revelou que algumas funções acústicas de gadgets poderiam ser manipuladas à distância. Malfeitores poderiam causar danos à saúde usando malware.

estilo.online Redação

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Um pesquisador da área de segurança cibernética chamado Matt Wixey descobriu que diversos tipos de gadgets poderiam se tornar verdadeiras armas acústicas.

Matt testou notebooks, celulares, headphones e muitos outros aparelhos com funções acústicas. Os testes revelaram que os aparelhos poderiam ser manipulados para emitir sons ensurdecedores, capazes de desorientar o usuário e causar danos a órgãos.

Os testes na verdade foram experimentos que fizeram parte de um trabalho de doutorado. O objetivo era descobrir como malwares poderiam causar danos físicos aos seres humanos. Ao longo da pesquisa, Matt queria saber se aparelhos com acústica poderiam ser manipulados, produzindo sons altos e de baixa frequência, informou a BBC.

O pesquisador concluiu que alguns vírus poderiam utilizar vulnerabilidades de dispositivos para emitir sons daninhos à saúde por longo período.

“Alguns ataques se aproveitam de vulnerabilidades conhecidas de um dispositivo em particular, o que pode ser feito tanto localmente como remotamente em alguns casos. Outros ataques só são possíveis se houver proximidade ou acesso físico ao aparelho”, disse Wixey.

Ao longo dos experimentos, Wixey conseguiu fazer com que um dos aparelhos reproduzisse um som tão forte que foi capaz de danificar o próprio dispositivo.

Atualmente o cientista está entrando em contado com alguns fabricantes de gadgets com o intuito de melhorar a segurança de aparelhos eletrônicos.

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Dorme mal? A negatividade pode estar atrapalhando o sono

Antes de se deitar, coloque os problemas de lado, e pense em coisas coas

estilo.online Redação

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Anda constantemente preocupado, acha que tudo vai dar errado e chega à noite e não consegue dormir? Pois saiba que isso pode ser consequência da negatividade em sua vida.

Um novo estudo concluiu que pessoas pessimistas dormem pior do que aqueles que tentam manter uma atitude positiva em relação à vida.

O estudo é da Universidade de Illinois e nele participaram mais de 3.500 pessoas, com idades entre os 32 e os 51 anos, que foram desafiadas a revelar com quanto entusiasmo ou negatividade encaram determinadas situações. Essas respostas foram depois comparadas com a qualidade do sono de cada um dos participantes.

No final, se verificou que aqueles que apresentavam um maior nível de otimismo conseguiam ciclos de sono de entre seis a nove horas todas as noites, tinham menos insônias e não tinham tanto sono durante o dia.

O jornal Metro britânico salientou sobre a pesquisa que pessoas pessimistas vivem com maiores níveis de stress, sendo este um dos fatores que mais impede as pessoas de conseguir adormecer.

“As pessoas otimistas têm mais facilidade em olhar para os problemas com uma atitude ativa e de interpretar momentos de stress de forma mais positiva, reduzindo as suas preocupações e pensamentos ruminativos quando tentam adormecer”, explica Rosalba Hernandez, uma das responsáveis pelo estudo.

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Cientistas criam vacina pra quem é alérgico a gatos

estilo.online Redação

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Pesquisadores do Hospital Universitário de Zurique, na Suíça publicaram um estudo no Journal of Allergy e Clinical Immunology, sobre a criação de uma vacina para que é alérgico a gatos.

A ciência por trás da ‘vacina’ contra alergia é simples: os gatos produzem a proteína Fel d 1, de acordo com a IFLScience.

Os cientistas suíços testaram sua ‘vacina’ HypoCat em 54 gatos, que então produziram anticorpos que poderiam incapacitar Fel d 1.

“Estamos trabalhando neste projeto há mais de cinco anos. A alergia a gatos é um grande problema e muito difícil para os donos de gatos com alergia. Portanto, nossa abordagem pode ter implicações importantes”, disse Martin Bachmann, um dos pesquisadores do estudo.

Quando

Quando questionado sobre o tamanho da amostra para testar a ‘vacina’, Bachmann respondeu:

“Sentimos que os números e as conclusões são suficientes para impulsionar nosso investimento em desenvolvimento adicional.

Isso também se reflete no fato de que o JACI, o jornal de alergia Nr 1, publicou nosso estudo.

De acordo com Bachmann, a vacina que se chama HypoCat estará disponível “em 2022”.

“Não podemos dizer qual será o valor exato neste momento, mas definitivamente será acessível para os donos de animais na mesma linah de outros produtos veterinários”, disse o pesquisador.

Em 2020, mais estudos de testes de segurança e eficácia serão iniciados. ”

Além disso, Bachmann deu a entender que a equipe de pesquisa está“ iniciando ”o trabalho em uma ‘vacina’ para cães produzirem menos alérgenos.

No Ocidente, 1 em cada 10 pessoas são alérgicas a essa proteína.

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Cientistas testam com sucesso vacina contra câncer agressivo da pele

O estudo foi publicado na revista científica britânica Nature Nanotechnology e animou cientistas e pacientes

estilo.online Redação

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Cientistas luso-israelitas testaram com sucesso uma vacina contra o melanoma metastático, um câncer agressivo de pele que se dissemina por outros órgãos, tendo aumentando a sobrevivência de ratinhos em laboratório, o que pode ser promissor para travar a doença.

O estudo, coordenado em Portugal pela investigadora Helena Florindo, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, foi publicado na revista científica britânica Nature Nanotechnology.

A vacina experimental foi usada em ratos com melanoma metastático, um tipo de câncer em que os doentes respondem pouco à imunoterapia (tratamento em que são ativadas as células do sistema imunológico para combater o tumor).

No caso, a equipe de Helena Florindo, em parceria com um grupo de trabalho da Universidade de Tel Aviv, de Israel, criou uma vacina capaz de “treinar” o sistema imunológico para reagir contra marcadores biológicos das células tumorais e destruir apenas estas células, evitando efeitos adversos em células ou órgãos saudáveis (como acontece com a quimioterapia).

A cientista explicou à Agência Lusa que a vacina tem na sua composição um açúcar simples (manose) e uma sequência de dois péptidos (frações de proteínas) que está presente nas células de melanoma.

A vacina não vai atuar no tumor, mas nas células dendríticas, que fazem parte do sistema imunológico, que protege o organismo contra agentes invasores.

Segundo Helena Florindo, estas células “vão reconhecer a vacina e torná-la visível” a outras células do sistema imunológico, os linfócitos T, que desempenham um papel fundamental na autodestruição de células cancerígenas.

No fundo, as células dendríticas “vão mostrar” às células T que “é contra esses péptidos [inoculados na vacina] que têm de reagir”, informou a investigadora da Universidade de Lisboa.

Na experiência que fez com ratinhos com melanoma metastático, a equipe de cientistas descobriu que a vacina só funciona na prática se, em paralelo, for administrado um remédio, o ‘ibrutinib’, que vai travar a função das células imunossupressoras, células que inibem a resposta imunológica do organismo e que os investigadores detectaram nos tumores dos roedores em associação com a diminuição de linfócitos T.

Os roedores que receberam como tratamento três doses de vacina – uma dose por semana – em combinação com imunoterapia para o melanoma mais agressivo e a droga ‘ibrutinib’ mantinham-se vivos em 70% dos casos ao fim de dois meses.

Em contrapartida, os ratinhos que só foram sujeitos a imunoterapia combinada com a droga sobreviveram em 20% das situações decorrido o mesmo tempo e os vacinados e tratados em simultâneo com imunoterapia continuaram vivos apenas em 7% dos casos.

Os animais que não receberam qualquer tipo de tratamento morreram passados 28 dias.

Antes de testarem o efeito terapêutico da vacina nos ratinhos doentes, os cientistas verificaram o seu efeito profilático, quando os roedores foram vacinados antes de desenvolverem um câncer agressivo: metade dos animais sobreviveram “durante um longo tempo” após terem recebido igualmente três doses da vacina experimental, combinada com imunoterapia contra o melanoma metastático.

Num próximo passo, a equipe científica, que pretende patentear a vacina e produzi-la à escala industrial para a testar novamente em animais e depois em humanos, vai estudar as implicações da vacina no câncer de pâncreas, cujos doentes têm uma sobrevida “muito baixa”.

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