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Coração de leão: Os dez alimentos que previnem ataques cardíacos

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo

estilo.online Redação

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 17,7 milhões de pessoas morreram por doenças cardiovasculares em 2017, representando 31% de todas as mortes a nível global. Desses óbitos, estima-se que 7,4 milhões ocorreram devido às doenças cardiovasculares e enfartes e 6,7 milhões devido a acidentes vasculares cerebrais (AVCs).

Os alimentos que fazem bem ao coração e diminuem o risco de patologias cardíacas como pressão alta, AVC ou enfarte são aqueles ricos em substâncias antioxidantes, fibras e gorduras monoinsaturadas ou poli-insaturadas, como azeite, alho, aveia, tomate e sardinha, por exemplo.

Além de cuidar da dieta, também é importante praticar atividade física pelo menos três vezes por semana, pois um regime alimentar adequado acarreta inúmeros benefícios como estimular a circulação sanguínea, melhorar a condição cardiovascular e estimular o desenvolvimento de novos vasos sanguíneos, o que reduz as chances de sequelas graves em casos de ataque cardíaco ou AVC.

1. Azeite extra virgem

O azeite extra virgem é rico em gorduras boas e antioxidantes que aumentam o colesterol bom (HDL) e reduzem o colesterol mau (LDL), melhorando a circulação do sangue e ajudando a prevenir aterosclerose.

Para incluí-lo na dieta, pode-se adicionar uma colher de sopa de azeite às refeições, e utilizá-lo para temperar saladas ou fritar ovos, por exemplo.

2. Vinho tinto

O vinho tinto é rico em resveratrol, um polifenol antioxidante que ajuda a reduzir problemas como doenças cardíacas, melhorar os níveis de colesterol e reduzir a inflamação. O resveratrol também está presente nas sementes e na casca de uvas roxas.

O ideal é consumir um copo de vinho tinto por dia, com cerca de 150 a 200 ml para mulheres, e até 300 ml para os homens.

3. Alho

O alho é usado há muitos séculos como alimento curativo, e seus principais benefícios incluem manter a saúde dos vasos sanguíneos durante o envelhecimento, ajudar no controlo da diabetes e do colesterol, reduzir a pressão arterial, prevenir o câncer de próstata e atuar como antifúngico.

4. Linhaça

A linhaça é uma semente rica em fibras e ômega-3, um tipo de gordura poli-insaturada que ajuda a reduzir o colesterol, melhorar a circulação do sangue e reduzir a inflamação. Para absorver a gordura, a linhaça deve ser consumida na forma de farinha, pois o intestino não consegue digerir a semente inteira. Também tem sempre a opção de ingerir suplementos em cápsulas com o óleo de linhaça.

Quando se consome a semente toda, as fibras permanecem intactas, ajudando a combater a prisão de ventre. A farinha de linhaça pode ser adicionada à fruta ou a em iogurtes, saladas e sucos.

5. Aveia

A aveia é um grão bastante rico em fibras, que ajudam a controlar o colesterol, a pressão sanguínea e a glicemia, que é o açúcar no sangue. Essas fibras também estimulam o funcionamento intestinal e a manutenção de uma flora saudável, o que é essencial para prevenir doenças como o câncer e melhorar a circulação sanguínea.

Deve consumir entre uma a duas colheres de aveia por dia, que pode ser incluída em vitaminas, saladas de frutas, papas ou receitas de bolos e biscoitos.

6. Sardinha, atum e salmão

A sardinha, o atum e o salmão são exemplos de peixes ricos em ômega-3, nutriente que está presente na gordura dos peixes de água salgada. O ômega-3 é uma gordura boa que ajuda a regular os níveis de colesterol, melhorando o HDL e ajudando a prevenir aterosclerose.

Além disso, ele também reduz a inflamação do organismo como um todo. Como tal, peixes devem ser incluídos na alimentação pelo menos três vezes por semana.

7. Chocolate preto

O chocolate amargo, a partir de 70% cacau, traz benefícios para a saúde por ter um elevado teor de cacau, que agrega gorduras boas e antioxidantes. Esses nutrientes atuam no organismo melhorando a pressão arterial, prevenindo a formação de placas de ateromas que entopem os vasos sanguíneos e melhorando os níveis de açúcar no sangue.

Para obter esses benefícios, recomenda-se o consumo de cerca de três quadradinhos de chocolate preto por dia, o que equivale a cerca de 30 gramas.

8. Abacate

O abacate é rico em gordura monoinsaturada, que é capaz de aumentar o colesterol bom e reduzir os níveis de colesterol mau no sangue. Além disso, o abacate também é rico em carotenoides, potássio e ácido fólico, nutrientes que melhoram a circulação do sangue.

O abacate pode ser consumido ao natural ou utilizado em sucos, vitaminas, saladas ou consumido na forma de guacamole.

9. Tomate

O tomate é extremamente rico em licopeno, um dos mais poderosos antioxidantes que atua no organismo melhorando a circulação e prevenindo problemas graves, como o câncer e aterosclerose. O licopeno está sobretudo presente quando o tomate é aquecido, como é o caso dos molhos de tomate, por exemplo.

Usar o tomate na alimentação é muitofácil, já que se encaixa perfeitamente em diversos tipos de saladas, cozidos, sucos e molhos, combinando com praticamente todo o tipos de pratos.

10. Frutos vermelhos

Frutas vermelhas como morangos, amoras, melancia, ameixa, framboesas e bagas goji são ricas em antioxidantes que ajudam na prevenção da aterosclerose, doença que entope os vasos sanguíneos ao longo do tempo e que pode provocar problemas como o enfarte e AVC.

Adicionalmente, estas frutas também são ricas em vitamina C, licopena, vitaminas do complexo B e fibras, nutrientes que ajudam na prevenção de problemas como câncer e envelhecimento precoce.

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Dieta de baixo açúcar e carboidratos impede crescimento de câncer

estilo.online Redação

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Restringir os níveis de açúcar no sangue pode oferecer proteção contra alguns tipos de câncer. Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade do Texas, EUA, após testes em camundongos com câncer de pulmão.

Eles alimentaram as cobaias com uma dieta cetogênica – que é muito baixa em açúcar – e deram um medicamento comumente usado para tratar o diabetes, que impede que a glicose no sangue seja reabsorvida pelos rins.

“Tanto a dieta cetogênica quanto a restrição farmacológica da glicose no sangue por si só inibiram o crescimento de tumores de carcinoma de células escamosas em camundongos com câncer de pulmão,” conta o Dr. Jung-Whan Kim, da Universidade do Texas em Dallas (EUA).

Dieta Cetogênica

A dieta cetogênica, também conhecida como “dieta Keto”, foi desenvolvida para pessoas com diabetes, mas hoje é largamente adotada por pessoas que não apresentam a condição, mas que querem evitar o acúmulo de gordura.

O nome deriva de cetose, que é um estado metabólico no qual a gordura deixa de ser armazenadora de energia, passando a ser fornecedora de energia para o corpo.

A principal característica da dieta cetogênica é a elevada restrição ao consumo de carboidratos, cerca de 5% – o que é ainda mais restritivo do que as dietas conhecidas como “baixo carboidrato” -, e elevado consumo de “gorduras boas”, incluindo carnes e peixes, ovos e azeite. Quanto aos doces, claro, é melhor não pensar neles.

Tumores pararam de crescer

“Embora essas intervenções não reduzissem os tumores, elas impediram que progredissem, o que sugere que esse tipo de câncer pode estar vulnerável à restrição de glicose”.

Embora se suspeite há muito tempo que vários tipos de células cancerosas sejam fortemente dependentes da glicose – ou açúcar – como fonte de energia, Kim e seus colegas demonstraram que um tipo específico de câncer – o carcinoma de células escamosas – é notavelmente mais dependente da glicose do que outros tipos de câncer, como o adenocarcinoma.

“A descoberta chave do nosso novo estudo em camundongos é que uma dieta cetogênica sozinha tem algum efeito inibidor do crescimento do tumor no câncer de células escamosas,” disse Kim.

“Quando combinamos isso com o medicamento para diabetes e a quimioterapia, foi ainda mais eficaz. Nossos resultados sugerem que essa abordagem é específica do tipo de célula cancerosa. Não podemos generalizar para todos os tipos de câncer”.

O pesquisador enfatiza que, para uma futura aplicação terapêutica dessa técnica, será necessário realizar antes estudos clínicos mais abrangentes e mais detalhados, mas que os resultados indicam uma abordagem potencialmente nova para melhorar o tratamento do câncer.

“Manipular os níveis de glicose no paciente seria uma nova estratégia que é diferente de tentar matar diretamente as células cancerosas,” disse ele.

“Acredito que isso faz parte de uma mudança de paradigma em relação a alvejar as próprias células do câncer.”

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Vegetarianos vs. carnívoros: quem vive mais tempo?

Tempo de vida está ligado não apenas à alimentação, mas também ao consumo de àlcool e exercícios físicos

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A nossa longevidade é influenciada pela combinação dos genes e pelo ambiente. Em estudos que envolveram gêmeos idênticos, cientistas estimaram que apenas 30% da nossa saúde é impactada pelo material genético, sendo que o restante depende de fatores externos.

Um desses fatores ambientais é a nossa alimentação e muito tem se debatido sobre o quanto e o que ingerimos e qual é o impacto disso no organismo. Num estudo que acompanhou quase 100 mil norte-americanos durante cinco anos, divulgado pela revista Science Daily, foi descoberto que aqueles que seguem uma dieta vegetariana eram menos propensos a morrer – de qualquer causa – durante o período de estudo do que os participantes que comiam carne. O efeito é especialmente perceptível entre os homens.

Tal significa que a alimentação vegetariana necessariamente vai fazer com que viva mais? Não necessariamente. O que é evidente é que não comer carne pode reduzir o risco de desenvolver problemas de saúde como diabetes tipo 2, pressão alta e até mesmo câncer.

Entretanto, as pesquisas ainda não são definitivas. Uma das razões para isso é que nós, humanos, vivemos muito e não seria fácil encontrar um cientista disposto a esperar 90 anos para completar uma pesquisa. Os estudos geralmente analisam um período específico e levam em consideração os registros de saúde já existentes dos voluntários.

Outro problema com essa abordagem é descobrir a relação entre o não-consumo de carne e a longevidade. Pode ser que os vegetarianos vivam mais, mas não por não comer carne, talvez porque os vegetarianos possam praticar mais exercício físico, beber menos e não fumar, por exemplo.

A conclusão, então, é que evitar a carne pode ajudá-lo a ser mais saudável, mas existem outras diversas formas de cuidar do seu organismo.

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3 sinais de que você está com a Síndrome das Pernas Inquietas

Estima-se que problema afete 10% da população mundial em algum momento da vida e inclui sintomas como dificuldade de dormir, péssima qualidade do sono, agonia, aflição e formigamento das pernas

estilo.online Redação

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Talvez você nunca tenha ouvido falar, mas a Síndrome das Pernas Inquietas é um problema que acomete 10% da população mundial em algum momento da vida, mas outras pessoas podem enfrentar a condição de maneira mais frequente, experimentando sintomas nada agradáveis como dificuldade para dormir, péssima qualidade de sono, cansaço, aflição, agonia, dor e formigamento nas pernas e braços.

“Nessa condição, a pessoa tem uma vontade incontrolável de mexer as pernas e acaba movendo involuntariamente. Normalmente esse movimento ocorre principalmente quando a pessoa está dormindo, atrapalhando a qualidade do sono, fazendo com que o paciente fique cansado durante o dia, sem rendimento e pode afetar até a produtividade no trabalho”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Para identificar o problema, a médica explica que a síndrome obedece três princípios básicos: “Na síndrome, as pernas estão melhores durante a luz do dia e pioram durante a noite. Além disso, elas pioram muito mais durante o repouso; quando o paciente está em movimento dificilmente há crises. E necessariamente há uma gastura, agonia, uma vontade incontrolável de mexer as pernas. E essa gastura e aflição tem que melhorar quando o paciente consegue efetivamente mexer as pernas de forma mais vigorosa”, diz.

Grande parte dos casos, cerca de 70%, têm causa genética, de forma que os sintomas são mais graves, incomodam muito mais e são de mais difícil controle. “Este distúrbio é mais comum em indivíduos mais velhos, mas pode ocorrer em todas as idades e em homens e mulheres.” Nos outros 30% dos casos, ainda não há uma explicação muito clara, mas a médica diz que algumas situações de vida podem agravar ou desencadear a crise. “Tem relação com doença de Parkinson, deficiência do ferro na alimentação (anemia, distúrbios do ferro ou que precisam de reposição), doenças reumatológicas, neuropatias, distúrbios musculares, problemas renais, deficiência de vitaminas e minerais, varizes e alguns problemas circulatórios”, diz a médica. “Outros fatores que podem agravar as crises são: o início ou a suspensão de certos medicamentos, consumo de cafeína, fumo, fadiga, temperaturas altas, ou períodos longos de exposição ao frio”, acrescenta.

Na grande maioria dos casos, a queixa é tão característica que a história clínica já é suficiente para o diagnóstico, mas, segundo a angiologista, não é incomum que esses pacientes sejam andarilhos de consultas médicas, procurando cirurgiões vasculares, ortopedistas e reumatologistas. “Geralmente um neurologista é quem faz o diagnóstico e vai precisar de um quadro multidisciplinar com cirurgião vascular, ortopedista e outras especialidades para tratar as outras patologias associadas e conseguir ter um resultado apropriado para o paciente”, diz a médica, que ressalta que o diagnóstico adequado e o tratamento destas condições podem aliviar os sintomas da síndrome. “Mas, ainda assim há pacientes que persistem com o distúrbio de movimento mesmo após o tratamento das condições relacionadas”, explica.

Para minimizar o quadro, a Dra. Aline ressalta que algumas atitudes como banho quente, massagens nas pernas, aplicação de calor, compressas mornas, analgésicos, exercícios físicos regulares e eliminação da cafeína são medidas usadas para aliviar os sintomas. “Mas quando essas medidas não são suficientes, a SPI pode ser tratada com medicamentos que aumentam dopamina no cérebro, drogas que mexem nos canais de cálcio, opiódes (que podem causar vício se usados em grandes quantidades) e benzodiazepinas (categoria que engloba alguns relaxantes musculares e remédios para dormir). “Ao longo dos anos, a SPI pode surgir e desaparecer sem uma causa óbvia”, finaliza a médica.

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