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Terra está sendo afetada por forte tempestade geomagnética

Uma forte tempestade geomagnética está atingindo a Terra desde o passado sábado (31 de agosto), segundo cientistas.

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Os cientistas do laboratório de astronomia de raios-X do Instituto de Física da Academia de Ciências da Rússia informaram que a tempestade alcançou rapidamente o nível de dois pontos na escala de 1 a 5, estabelecida pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês).

Eles também explicaram que a atual tempestade foi prevista com antecedência devido à aproximação de uma rápida corrente de vento solar da Terra.


Enorme campo magnético ao redor da Terra

Outra surpresa foi sua potência, já que o prognóstico contemplava apenas “uma tempestade de primeiro nível”, o que seria comum para esta época do ano.

O aumento da velocidade do vento solar, assim como a temperatura do plasma cósmico, também superaram os índices esperados.

Atualmente, está diminuindo gradualmente para seus valores originais, embora a alta velocidade da corrente de vento solar e a situação estável do Sol sugiram que a situação se repita entre 27 e 28 de setembro.

Esta tempestade magnética é a segunda mais poderosa dos últimos oito meses, a primeira foi registrada em maio, quando a magnitude passou de 3 para 5, o que afetou o bem-estar das pessoas.

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Astronauta da NASA explica como humanidade pode colonizar Marte

O astronauta da NASA e fisiologista James Pawelczyk supõe que a conquista de Marte possa forçar os seres humanos a buscar caminhos “pouco ortodoxos” de sobreviver no Planeta Vermelho.

estilo.online Redação

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Marte tem uma atmosfera fina demais para proteger o planeta da radiação do Sol ou reter bastante calor. Sem oxigênio e água líquida, Marte é em geral um mundo inóspito que coloca grandes desafios para os potenciais colonizadores.

“Assim que saimos do Cinturão de Van Allen – o campo magnético em redor de nossa Terra – ficamos expostos a formas da radiação muito mais forte”, disse Pawelczyk em uma entrevista ao jornal Daily Express.

“Nós também temos a radiação cósmica galáctica do vento solar. E ela realmente causa estragos na biologia”, adiciona cientista.

Os exploradores espaciais estão bem cientes dos efeitos perigosos da radiação proveniente do espaço, que se pensa causar danos cerebrais e pode potencialmente comprometer uma missão para Marte.

Adaptação para sobreviver

Tendo em conta o nível atual da tecnologia, é pouco provável que a humanidade seja capaz de alterar a atmosfera de Marte, que é cerca de 100 vezes mais fina do que a da Terra e consiste de dióxido de carbono, para tornar o planeta mais habitável para os humanos.

“A ideia de terraformação de Marte é – pelo menos com a tecnologia atual – meio irrealista”, diz Pawelczyk.

O astronauta de 58 anos de idade, que viajou a bordo do ônibus espacial da NASA em 1998, diz que os humanos provavelmente necessitarão de se adaptar ao clima de Marte e descer para o subsolo , a seis ou mais metros abaixo da superfície.

“Sobreviver em Marte na verdade significa ir para o subsolo”, diz James Pawelczyk.

“Nós sabemos que há muita água em Marte… mas o que nós queríamos fazer é alcançar esses lugares para estudar essa água e ver do que se trata, mas também para perceber como usá-la no ambiente de gravidade fraca para poder produzir oxigênio”, explica cientista.

Foto tirada pela sonda Mars Express mostra tempestade de areia perto da calota polar do norte de Marte

A Mars Express, a sonda da Agência Espacial Europeia, há pouco tempo detectou sinais da água que no passado corria pela superfície de Marte. Não foi encontrada água líquida lá; esta aparentemente existe em forma de gelo e vapor na atmosfera.

A NASA está planejando de enviar as primeiras missões humanas para Marte nos anos 2030. O chefe da agência, Jim Bridenstine, disse que ele não descarta o envio de humanos para o espaço em 2033.

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Primeira imagem de buraco negro vale a cientistas prêmio de milhões

O Prêmio Breakthrough é patrocinado por Mark Zuckerberg, um dos fundadores do Facebook, e Sergey Brin, ex-presidente da Google

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Nesta sexta-feira (6), foi anunciado que a equipe de cientistas envolvida na captação da primeira imagem de um buraco negro, revelada em abril, receberá um prêmio de três milhões de dólares (12 milhões de reais).

O Prêmio Breakthrough, atribuído nos Estados Unidos, reconhece o avanço científico de excelência, tendo como patrocinadores Mark Zuckerberg, um dos fundadores do Facebook, e Sergey Brin, ex-presidente da Google.

A equipe internacional de 347 cientistas que obteve a primeira imagem de um buraco negro supermaciço, neste caso a sua silhueta formada por gás quente e luminoso a rodopiar em seu redor, foi premiada na categoria de Física Fundamental.

A entrega do prêmio será feita numa cerimônia em 3 de novembro, na Califórnia, indicou a organização do Prêmio Breakthrough no seu portal.

A “fotografia” do buraco negro – localizado no centro da galáxia M87, a 55 milhões de anos-luz da Terra, e com uma massa 6,5 mil milhões de vezes superior à do Sol – foi conseguida graças aos dados recolhidos das observações feitas, no comprimento de onda de rádio, com uma rede de oito radiotelescópios espalhados pelo mundo, que funcionaram como um só e com uma resolução sem precedentes.

O “telescópio gigante” foi designado Event Horizon Telescope, com uma grande equipe participando nas observações com um dos radiotelescópios, o ALMA, no Chile.

A imagem dos contornos do buraco negro – o buraco em si, um corpo denso e escuro de onde nem a luz escapa, não se vê – permitiu comprovar mais uma vez a Teoria da Relatividade Geral, de 1915, do físico Albert Einstein, que postula que a presença de buracos negros, os objetos cósmicos mais extremos do Universo, deforma o espaço-tempo e sobreaquece o material em seu redor.

O diretor do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, José Afonso, explicou que na imagem do buraco negro da M87 “há uma zona mais escura” e uma auréola, que corresponde a luz proveniente de material (gás) que está por detrás do buraco negro propriamente dito, sendo que a luz “vem na direção” de um observador na Terra “devido à deformação do espaço” provocada por esse material.

De acordo com a equipE científica envolvida na observação, a sombra do buraco negro registRada é o mais próximo da imagem do buraco negro em si, uma vez que este é totalmente escuro.

Para José Afonso, especialista no estudo de galáxias, a imagem obtida permitirá conhecer melhor a natureza dos buracos negros e perceber como as galáxias se formaram.

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Rover chinês encontra substância gelatinosa de ‘cor incomum’ no lado oculto da Lua

O rover lunar da missão chinesa Chang’e 4 descobriu uma substância gelatinosa e de cor incomum durante as suas atividades de exploração no lado oculto da Lua.

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A sonda espacial Yutu-2, que está conduzindo o estudo lunar, encontrou esse material que difere de outros já observados na superfície do satélite natural da Terra.

Um membro da equipe, verificando imagens da câmera principal do rover, avistou uma pequena cratera que parecia conter material com uma cor e brilho que difere do solo lunar circundante.

A descoberta levou os cientistas da missão a adiar as operações que o veículo tinha que realizar antes de entrar em hibernação no 8º dia lunar e ordenaram a análise não apenas da descoberta em si, mas do território próximo à área onde a substância foi encontrada – uma área repleta de crateras de pequeno impacto.

Até o momento, os especialistas ainda não conseguiram explicar a natureza da substância colorida e disseram apenas que ela é “semelhante a um gel” e tem uma “cor incomum”.


Marcas deixadas pelo rover chinês Yutu-2 na superfície da lua

Contudo, o portal Space.com aponta que a matéria poderia ser vidro derretido, que apareceu como resultado do impacto de meteoritos que atingem a superfície lunar.

Área inexplorada da Lua

Em 8 de dezembro, a China lançou com sucesso a sonda da missão Chang’e 4, no foguete Longa Marcha 3B, e tornou-se o primeiro país da história a conseguir realizar um pouso bem-sucedido no lado oculto lunar.

Chang’e-4 e Yutu-2 estão realizando medições e coletando rochas que poderiam revelar novos detalhes sobre esta área inexplorada da Lua.

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