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Três características que fazem de alguém uma boa pessoa

Veja alguns indícios que podem mostrar qual sua verdadeira personalidade

estilo.online Redação

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Você vê o melhor das pessoas ou presume que os outros estão sempre prontos para ‘lhe passar a perna’? Em uma conversa dá prioridade à honestidade ou prefere manter o charme e as aparências a qualquer custo? As suas respostas determinam em parte o quanto é ou não uma ‘pessoa correta’, de acordo com um grupo de psicólogos que surgiu com uma nova maneira de categorizar traços de personalidade benéficos, divulgada pela BBC.

Ajuda a entrar nesse grupo se vê os humanos, e a humanidade em geral, como fundamentalmente bons – e os trata também desse modo.

Duas décadas atrás, psicólogos surgiram com a agora infame ‘tríade obscura’ dos traços de personalidade para melhor entender as pessoas que não pensam duas vezes em fazer trapaças ou aquelas que atacam as fraquezas e vulnerabilidades alheias.

Desde então, os investigadores se apoderaram desse trio – narcisismo, maquiavelismo e psicopatia -, relacionando-o a uma variedade de coisas, como sucesso no trabalho, problemas de relacionamentos e até mesmo os ‘sete pecados capitais”.

É exatamente por isso que Scott Barry Kaufman, psicólogo da Universidade Columbia, nos EUA, decidiu que era hora de recompor o equilíbrio a favor do lado mais positivo do caráter humano.

“Fiquei bastante frustrado com o fato das pessoas serem tão fascinadas com o lado sombrio, enquanto o lado da luz da personalidade estava sendo negligenciado”, explica.

Por outro lado, a ‘tríade de luz’ investigada por Kaufman e uma equipe de investigadores compreende três traços de personalidade. Cada um deles destaca um aspecto diferente de como cada individuo interage com os outros: desde ver o melhor nas pessoas a ser rápido a perdoar, do aplaudir o sucesso dos outros a ficar desconfortável e manipular as pessoas.

Afinal, que características são essas?

O que as ‘pessoas corretas’ necessitam de ter

O primeiro traço, o humanismo, é definido como acreditar na dignidade inerente e no valor de outros seres humanos.

O segundo, o kantismo, recebe o nome do filósofo Immanuel Kant, e neste caso indica tratar as pessoas como fins em si mesmas, não apenas como peões involuntários em um jogo pessoal de xadrez.

Finalmente, a ‘fé na humanidade’ é sobre acreditar que os outros humanos são fundamentalmente bons e não pretendem se aproveitar do outro.

William Fleeson, psicólogo da Universidade Wake Forest, nos EUA, diz que as três características encaixam-se bem na pesquisa existente sobre o que faz de alguém uma boa pessoa. Em particular, acreditar que outras pessoas são boas parece ser fundamental.

“Quanto mais alguém acredita que os outros são bons, menos sente a necessidade de se proteger e de punir os outros quando estes fazem algo mau”, detalha.

As ‘pessoas corretas’ não estão apenas beneficiando o resto do mundo com a sua gentileza. Kaufman descobriu que aqueles que têm uma alta classificação nestes traços apresentam uma maior autoestima, senso de identidade e satisfação com seus relacionamentos e com a vida em geral.

Uma série de características fortes também revelaram estar associadas a pontuações altas, como curiosidade, entusiasmo, amor, bondade, trabalho em equipa, perdão e gratidão.

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Estudo descobre como genes determinam se alguém é canhoto ou destro

Pela primeira vez, cientistas descobriram as regiões do DNA que determinam o lado dominante do corpo

estilo.online Redação

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Cientistas britânicos detectaram pela primeira vez as regiões do DNAque determinam por que algumas pessoas são canhotas. Os pesquisadores acreditam que essas áreas estejam ligadas também a habilidades de linguagem operadas pelo cérebro.

Para efeitos da pesquisa, foram analisadas informações genéticas de cerca de 400 mil pessoas do UK Biobank, um grande banco de dados sobre predisposições genéticas que começou a ser formulado em 2006.

Após examinarem as imagens cerebrais de nove mil pessoas, cujo perfil genético já havia sido avaliado, os cientistas notaram que tanto o lado direito quanto o esquerdo do cérebro que lidam com a linguagem operam de forma mais coordenada em pessoas canhotas.

Foi possível identificar também quatro regiões do DNA que determinam se uma pessoa é destra ou canhota. Segundo os pesquisadores, três dessas zonas influenciam genes que codificam proteínas relacionadas ao desenvolvimento do cérebro.

Além disso, os genes que indicam a nossa mão dominante (seja a esquerda, seja a direita) são responsáveis também pela formação do citoesqueleto, estrutura que mantém a forma das células em animais como caracóis e sapos.

De acordo com Gwenaëlle Douaud, coautora do estudo, já se sabe que as diferenças nos citoesqueletos de muitos destes animais são “eventos geneticamente induzidos muito cedo”. Segundo a cientista, isso sugere que o desenvolvimento da dominância de certo lado do corpo começa a aparecer no cérebro já no útero.

Os estudiosos também identificaram que, pelas características genéticas, pessoas canhotas seriam menos propensas a ter Parkinson e mais expostas à esquizofrenia. Embora essa relação ainda não esteja confirmada, o estudo serve para reavaliar o caminho de pesquisas futuras sobre essas doenças.

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Estudo sugere que o tamanho da barriga indica quando vai morrer

Dois investigadores norte-americanos acabam de publicar um estudo que sugere que existe uma relação direta entre o tamanho da barriga e o risco de morte prematura

estilo.online Redação

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Dois investigadores norte-americanos acabam de publicar um estudo que sugere que existe uma relação direta entre o tamanho da barriga e o risco de morte prematuraTudo começou quando, em 2012, Nir Krakauer, professor de engenharia civil, e o seu pai, o médico Jesse Krakauer, desenvolveram um novo método de calcular os riscos de mortalidade associados com a obesidade abdominal. O índice foi batizado de ‘A Body Shape Index’ (ABSI) e mostrou-se mais efetivo do que o tradicional Índice de Massa Corporal (IMC) para prever o risco de doenças.

Após analisarem dados de milhares de adultos que participaram em estudos de larga escala, como o Health and Lifestyle Survey (HALS – Grã Bretanha, década de 1980) e o National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES – Estados Unidos, 1999-2004), a dupla comparou os casos de mortalidade com o ABSI, o IMC e outros índices que relacionam o peso e as circunferências da cintura e do quadril.

A partir disso, Nir e Jesse descobriram que o ABSI servia como um importante indicador de mortalidade. Notou-se que as pessoas que ocupavam a faixa superior do ABSI apresentavam um índice de mortalidade 61% maior do que aqueles que estavam na base da tabela. Esses resultados serviram como comprovação da maior eficácia do uso do ABSI para prever os riscos de mortalidade prematura em diferentes populações em comparação com os demais números que costumam ser utilizados.

Atualmente, os investigadores estão investigando se mudanças no estilo de vida ou outros tipos de intervenções poderiam reduzir o ABSI e contribuir para que as pessoas tenham uma vida mais longa.

Se quiser calcular o seu ABSI e saber como anda sua saúde, acesse aqui, insira os seus dados e não deixe de consultar um especialista.

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Lavar louça é a tarefa doméstica que mais gera discórdia entre casais

A pesquisa analisou diversas tarefas e relacionou à satisfação no relacionamento

estilo.online Redação

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Que a divisão de tarefas domésticas ajuda a manter a saúde dos relacionamentos ninguém duvida. Agora, o que não se poderia imaginar é que lavar a louça é um fator importante para a felicidade dos casais.

É o que revela uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que analisou a associação entre tarefas domésticas com a qualidade e satisfação dos relacionamentos amorosos.

A equipe de investigadores, liderados por Daniel L. Carlson, da University of Utah, avaliou tarefas como cozinhar, lavar a louça, a roupa, limpar a casa, fazer as compras, manutenção da área interna e externa da casa e pagamento de contas e relacionaram-nas com questões que incluíam frequência sexual, satisfação sexual e satisfação no relacionamento.

Segundo os resultados obtidos, não há qualquer dúvida que a louça suja que se acumula na pia é o maior ponto de discórdia entre as mulheres. Aquelas que executam constantemente a tarefa sozinhas revelaram-se mais insatisfeitas, comparativamente às que dividiam a responsabilidade com o parceiro.

Em declarações ao canal noticioso CNN, a terapeuta sexual Deborah Fox afirmou que o fato pode ter fundamento nas mudanças dos estereótipos de gênero e nas expectativas criadas em torno dos companheiros.

“Atualmente a maioria dos indivíduos testemunhou que as suas mães assumem todas ou quase todas as tarefas da casa. Todavia, a maioria das mulheres modernas são sensíveis ao sentimento de serem subestimadas e não terem o seu tempo devidamente valorizado”.

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