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Menino de 8 anos luta com onça-parda feroz e sobrevive (FOTO)

Pike Carlson, um menino de oito anos, lutou bravamente contra uma onça-parda após ser atacado pela mesma no Colorado, Estados Unidos.

estilo.online Redação

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Tudo começou quando Pike Carlson brincava com seu irmão Gage perto de sua casa. Em um momento, eles decidiram ir até a casa de um vizinho próximo. No trajeto uma onça-parda inesperadamente se lançou sobre a cabeça do menino. Mas o mais impressionante foi a coragem de Pike.

Tentando sobreviver, o menino começou a dar socos na fera enquanto buscava algum objeto para feri-la.

“Eu estava apenas socando e tentando pegar qualquer coisa […] Eu encontrei um pau e tentei enfiar no olho [da onça-parda], mas o pau logo quebrou”, disse Pike em entrevista ao canal KSL TV.


Pike Carlson, de 8 anos, estava brincando no seu quintal quando uma onça-parda o atacou.

Ao ver o irmão em apuros, Gage foi correndo para casa em busca de ajuda. O pai dos meninos, Ron Carlson, pegou uma faca e foi em socorro de seu filho. Ao chegar, Ron viu a cabeça de seu filho na boca do animal.

“Deu-me logo aquele instinto paterno de proteger minha criança […] Nunca tinha passado na minha cabeça que um dia eu teria que lutar com uma coisa que poderia me matar”, disse o pai das crianças.

Ron conseguiu assustar o animal, que fugiu. Autoridades locais disseram ter encontrado a onça-parda após esta ter atacado um bode não longe do local do incidente.

A família da pequena localidade de Bailey no Colorado, Estados Unidos, superou o susto. Pike teve que passar por duas cirurgias e talvez uma terceira seja necessária.

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Juiz decreta preventiva para presos levando 423 kg de cocaína

O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, acolheu o requerimento do Ministério Público Federal, que considerou “tratar-se de crime de tráfico internacional de cocaína

estilo.online Redação

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As duas pessoas presas em flagrante transportando 423 kg de cocaína no Porto de Santos (SP) na quinta-feira, 12, tiveram suas prisões convertidas em preventivas após audiência de custódia realizada na sexta-feira (13). O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal, acolheu o requerimento do Ministério Público Federal, que considerou “tratar-se de crime de tráfico internacional de cocaína em elevada quantidade, bem como que antes da prisão houve ameaça direta pelo menos a dois seguranças trabalhando no Porto de Santos, mencionando-se o pagamento de R$ 100 mil reais de propina e ameaça de morte em caso de recusa.”

“As circunstâncias do crime demonstram a intensa periculosidade dos custodiados e a grave ameaça à ordem pública em caso de serem colocados em liberdade”, argumentou a Procuradoria.

E seguiu. “No mesmo sentido, os contatos com a organização criminosa internacional, capaz de exportar elevada quantidade de cocaína, o que pressupõe integrantes em pelo menos dois países diversos, configura elevado risco de fuga e de não aplicação da lei penal.”

O valor da propina, a ameaça de morte aos seguranças e a elevada quantidade de cocaína apreendida devem ser considerados agravantes, concordou o juiz federal Santos Filho. “Diante desse quadro, reputo imperiosa a decretação da prisão preventiva, dada a necessidade de assegurar a manutenção da ordem e aplicação da Lei Penal.”

O destino da cocaína era o Porto de Antuérpia, na Bélgica, disse a Polícia Federal. A droga seria colocada em contêineres que seriam transportados pelo navio Uasc Khor. A embarcação partiria no mesmo dia para o terminal portuário belga. Ainda segundo a PF, o motorista do veículo que levava a droga foi monitorado a partir de investigações em andamento e isso proporcionou a prisão da dupla.

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Caso dos 43 estudantes desaparecidos tem 24 suspeitos libertados

Os estudantes desapareceram em 2014 e os corpos nunca foram encontrados

estilo.online Redação

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Às vésperas do aniversário de cinco anos daquela que ficou marcada como a tragédia de Ayotzinapa, uma decisão judicial tornou a comover o país e a afligir os familiares dos 43 estudantes desaparecidos no sul do México .

Foram libertados 24 suspeitos de envolvimento no crime, ante a justificativa de que eles haviam sido submetidos a tortura enquanto estavam sob custódia. O número soma-se a 53 outros suspeitos que já tiveram liberdade concedida pelo mesmo juiz, somando um total de 77 pessoas em liberdade.

Na noite de 26 de setembro de 2014, a polícia municipal da cidade de Iguala, no estado de Guerrero (sudoeste), desviou os ônibus em que viajavam estudantes da Escola Normal Rural de Ayotzinapa (vilarejo a 200 km dali), a maioria adolescentes.

Nove pessoas morreram no local após um tiroteio. Em seguida, os ônibus e os 43 estudantes que viajavam neles deixaram o local, guiados por policiais. A partir daí, pouco se sabe até agora. Muitas provas ou informações, depois de apresentadas, foram negadas ou relativizadas. Os únicos restos mortais encontrados por equipes forenses internacionais, meses depois, foram os de Alexander Mora Venancio e Jhosivani Guerrero de la Cruz.

De acordo com a versão oficial de 2015, os estudantes foram entregues pela polícia municipal a narcotraficantes, que os mataram na cidade de Iguala, cremaram seus corpos e jogaram as cinzas em um rio próximo.

Segundo o governo, a quadrilha matou os estudantes depois de confundi-los com membros de uma organização rival.

Em 2018, o Escritório de Direitos Humanos da ONU afirmou que as autoridades mexicanas provavelmente torturaram dezenas de pessoas que estariam envolvidas no caso.

Apesar da contestação feita pela ONU, a decisão do juiz em libertar os suspeitos tem sido criticada por subestimar provas existentes e negar prazos razoáveis aos promotores para que corrijam as investigações. “Esta resolução é uma afronta às vítimas, aos pais e à Justiça em nosso país. Ela mostra a miséria e a podridão em que o sistema judiciário está”, afirmou Alejandro Encinas, chefe da comissão da verdade criada para o caso.

Encinas, que também é subsecretário de Direitos Humanos no governo de Andrés Manuel López Obrador, alertou que poderá haver mais liberações nos próximos dias. “O juiz interpreta a lei com muita cautela, mas não promove justiça e causa sérios danos à busca da verdade”, disse.

Entre os que foram libertados até agora estão supostos membros de grupos criminosos, bem como alguns dos policiais que teriam participado da conspiração.

No domingo (15), uma autoridade do governo confirmou que foi aberta uma investigação contra o ex-procurador-geral do México, Jesús Murillo Karam, e seus principais assessores envolvidos no caso por suposta condução indevida.

Na época, o desaparecimento dos estudantes atingiu duramente a reputação do então presidente Enrique Peña Nieto, o que ajudou a minar a confiança no governo, nas investigações e a abrir o caminho para a vitória esmagadora de López Obrador no ano passado.

Em abril centenas de manifestantes tomaram as ruas da cidade para protestar contra os 55 meses sem resposta e sem justiça dos crimes.

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Cobra causa tumulto e interrompe partida de tênis nos EUA (VÍDEO)

Uma partida de tênis foi interrompida depois que uma cobra surgiu e tentou invadir a quadra.

estilo.online Redação

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A partida das quartas-de-final do campeonato Atlantic Tire, que ocorria na Carolina do Norte, foi interrompida quando os fiscais da partida foram notificados da presença do réptil.

​Quando uma cobra surge subitamente durante seu trabalho. Um convidado especial chega ao Atlantic Tire Championships em Cary.

Foi decidido montar uma operação para retirar o réptil invasor antes que chegasse à quadra, conforme o portal Sports Mole.

Depois de provocar um tumulto, resistir e causar a interrupção da partida, o réptil finalmente foi capturado e colocado em um balde branco, permitindo o recomeço da partida.

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