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Próximo top de linha da Huawei não terá Android, diz Google

O fato do Mate 30 se tratar de um novo smartphone faz com que a licença concedida pelo governo norte-americano não se aplique

estilo.online Redação

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A Reuters revelou que o próximo top de linha da Huawei, o Mate 30, não poderá ter os aplicativos e serviços da Google ou sequer o sistema Android. A confirmação foi feita por um porta-voz da tecnológica de Mountain View, indicando a situação como o resultado da inclusão da Huawei na ‘lista negra’ dos EUA.

A Huawei foi impedida de adquirir serviços e equipamentos de empresas norte-americanas no final de maio, com a licença concedida na ocasião e até agora não teve uma mudança para garantir o Android no Mate 30. Isto porque se trata de um novo produto e não de um dispositivo já presente no mercado.

A Reuters revela também que o top de linha pode ser apresentado no dia 18 de setembro em Munique, na Alemanha.

A Huawei desenvolveu um sistema operacional – o Harmony OS – que servirá de alternativa ao Android caso se veja impedida de continuar no ecossistema da Google. Porém, disse um porta-voz da empresa chinesa à Reuters, Joe Kelly, que a intenção passa por continuar com o Android.

“A Huawei continuará usando o Android OS e o ecossistema se o governo dos EUA nos permitir. De outra forma, continuaremos desenvolvendo o nosso próprio sistema operacional e ecossistema”, pode ler-se no comunicado.

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O que é tripofobia? Internautas estão revoltados com o iPhone 11 Pro

A câmera tripla dos novos smartphones da Apple estão causando aversão a alguns utilizadores

estilo.online Redação

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A Apple desvendou esta semana os seus novos iPhones, com o destaque a ir para o iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max e para a respectiva câmera tripla. Porém, é esta mesma câmera que aparentemente está a ter um estranho efeito nos internautas, que dizem ter o que é conhecido como tripofobia.

A tripofobia é tida como uma aversão a patrões irregulares, o que pode tomar a forma de uma concentração de pequenos buracos no mesmo espaço. Aparentemente, os três sensores da câmera do iPhone 11 Pro está a ser suficiente para ativar tripofobia em alguns internautas, que afirmam não comprar o dispositivo por este motivo.

Apesar de não ser reconhecido oficialmente, o termo tripofobia começou a ser amplamente usado no Reddit em 2005, conta o G1, quando vários utilizadores do fórum discutiram o assunto e perceberam que tinham esta aversão em comum.

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Procon-SP multa Google e Apple por app que ‘envelhece’ rostos

O Google recebeu a multa mais pesada: R$ 9,9 milhões, valor máximo estipulado pelo CDC. A pena da Apple foi de R$ 7,7 milhões

estilo.online Redação

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A Fundação Procon-SP aplicou uma multa a Google e Apple por conta do FaceApp, aplicativo de ‘envelhecimento’ que virou febre na internet brasileira em julho. Segundo o Procon, as empresas desrespeitaram o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ao disponibilizar em suas lojas para celular um app que não tem “Política de Privacidade” e “Termos de Uso” em português.

O app, de origem russa, tem os contratos escritos apenas em inglês.

Segundo o Procon, informação adequada, clara e em língua portuguesa é um direito básico do consumidor. O Google recebeu a multa mais pesada: R$ 9,9 milhões, valor máximo estipulado pelo CDC. A pena da Apple foi de R$ 7,7 milhões. As diferenças nos valores, segundo a fundação, refletem a diferença de receita das companhias no País.

Caso os contratos estivessem em português, os usuários ficariam sabendo, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, que o FaceApp entrega dados a anunciantes, além de se dar o direito de transferir os dados para países que não tenham as mesmas leis de proteção de dados que o Brasil.

Fernando Capez, diretor-executivo da Fundação Procon-SP, disse à reportagem que notificou por e-mail o Wireless Lab, empresa dona do FaceApp, mas não teve resposta. A Wireless Lab não tem representação oficial no Brasil.

“O FaceApp está fora do alcance da Justiça Brasileira, fora do alcance dos órgãos de fiscalização. É praticamente uma empresa fantasma. Por isso Google e Apple sofreram essa ação”, disse Capez.

Em julho, o Procon notificou Google e Apple sobre as violações do FaceApp. A expectativa era de que, ao tomar ciência das violações, as gigantes retirassem o app de suas lojas, o Google Play e a App Store, o que não aconteceu.

No entendimento das empresas, elas cumprem a legislação local: os termos de uso e política de privacidade de suas lojas, e até a descrição dos apps oferecidos por terceiros, está em português.

Além disso, as lojas virtuais seriam uma plataforma para intermediar o acesso do usuário a produtos ofertados na maioria das vezes por desenvolvedores independentes. Google e Apple, portanto, não teriam responsabilidade pelos contratos feitos entre os usuários e terceiros. Os responsáveis por violações do CDC seriam dos próprios desenvolvedores.

A explicação não agradou o Procon, que pensa que as gigantes se tornam responsáveis por apps que não têm representação local.

“Essa ação abre um precedente e uma discussão internacional. Quando você toma ciência de uma oferta abusiva, a atitude correta é retirar o aplicativo”, diz Capez.

Em nota, o Google disse: “Seguindo a filosofia do sistema operacional Android, o Google Play é uma loja virtual aberta na qual o próprio Google e terceiros podem disponibilizar aplicativos e jogos, que podem ser baixados por usuários para serem utilizados em seus celulares. O Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumidor dispõem que as lojas virtuais não devem ser responsabilizadas pelas práticas e políticas de aplicativos de terceiros, por isso, tomaremos as medidas necessárias para questionar a multa imposta pelo Procon.”

A Apple não quis comentar.

As duas companhias poderão recorrer à decisão em duas instâncias administrativas do Procon, além de poder recorrer judicialmente. Caso optem por pagar, terão desconto de 30% caso o pagamento seja realizado à vista.

Rigor contra gigantes de tecnologia

Neste ano, as empresas de tecnologia estão sofrendo com a postura mais rigorosa dos órgãos de proteção ao consumidor. Neste mês, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, notificou Facebook e Google em casos diferentes.

Na época, Luciano Timm, Secretário Nacional do Consumidor, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que abordagem mais dura junto a empresas de tecnologia faz parte também do interesse do governo brasileiro de ingressar na OCDE. “Existe uma conexão absoluta entre os fatos. Já fizemos o pedido para aderir a todo o normativo de defesa do consumidor.”

Após as multas relacionada ao caso FaceApp, Fernando Capez disse que o Procon está alinhado com a postura linha dura da Senacon. “Atuamos em total sintonia, portanto o tratamento é mais duro. Essas empresas investem pouco no Brasil, têm sede local com poucos funcionários e estão entre as cinco mais ricas do mundo. O tratamento será mais rigoroso nos termos da lei”, diz.

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Brasil tem o iPhone mais caro do mundo

Pesquisa revela que iPhone XS pode custar 64% mais aqui do que nos Estados Unidos

estilo.online Redação

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O Brasil tem o iPhone mais caro do mundo, é o que mostra uma pesquisa realizada pelo banco alemão Deutsche Bank. Segundo o levantamento, o iPhone XS custa 58% mais no Brasil do que nos Estados Unidos. Com a conversão do dólar e inclusão de taxas a diferença pode ser de 64%.

Ainda, de acordo com a pesquisa, no Brasil o smartphone custa, em média, 2.050 dólares – na conversão para reais esse valor chega a R$ 6.850. Já nos EUA o aparelho pode ser comprado por 1.300 dólares. Analisando os dados do ranking vemos que fica mais barato comprar três iPhones XS no mercado americano do que dois em solo brasileiro. No entanto, para quem deseja driblar o “iPhone mais caro do mundo” uma alternativa é apostar no compartilhamento de bagagens.

O aplicativo Grabr, por exemplo, conecta compradores a viajantes ao redor do mundo. Com a tecnologia, é possível solicitar que um viajante traga o aparelho pelo valor real do produto direto dos Estados Unidos.

Funciona assim: para gerar um pedido no app é necessário inserir alguns dados do iPhone, como a descrição e link de onde ele pode ser comprado. Com isso, o viajante pode trazer o smartphone, com uma taxa de recompensa – o valor da comissão só é liberado para o viajante após a entrega ser efetuada, garantindo a segurança do acordo. Em caso de problemas com o pedido e entrega da compra, o aplicativo reembolsa os valores pagos, garantindo a segurança das transações.

O comprador além de economizar, não precisa pagar altas taxas de frete nem esperar meses para receber o produto.

Confira o ranking:

Países com iPhone XS mais caro do mundo:

Brasil: 2.050 dólares
Turquia: 1.880 dólares
Argentina: 1.776 dólares
Índia: 1.635 dólares
Grécia: 1.591 dólares

Países com o iPhone XS mais barato do mundo:

Nigéria: 1.178 dólares
Estados Unidos: 1.251 dólares
Japão: 1.256 dólares
Hong Kong: 1.262 dólares
Austrália: 1.317 dólares

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