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O que é tripofobia? Internautas estão revoltados com o iPhone 11 Pro

A câmera tripla dos novos smartphones da Apple estão causando aversão a alguns utilizadores

estilo.online Redação

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A Apple desvendou esta semana os seus novos iPhones, com o destaque a ir para o iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max e para a respectiva câmera tripla. Porém, é esta mesma câmera que aparentemente está a ter um estranho efeito nos internautas, que dizem ter o que é conhecido como tripofobia.

A tripofobia é tida como uma aversão a patrões irregulares, o que pode tomar a forma de uma concentração de pequenos buracos no mesmo espaço. Aparentemente, os três sensores da câmera do iPhone 11 Pro está a ser suficiente para ativar tripofobia em alguns internautas, que afirmam não comprar o dispositivo por este motivo.

Apesar de não ser reconhecido oficialmente, o termo tripofobia começou a ser amplamente usado no Reddit em 2005, conta o G1, quando vários utilizadores do fórum discutiram o assunto e perceberam que tinham esta aversão em comum.

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Microsoft desistiu de lançar smartphones com Windows

A tecnológica de Redmond apostará no Android para o seu intrigante Surface Duo

estilo.online Redação

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epois de anos afastada do mercado mobile, a Microsoft confirmou o seu regresso com o anúncio de um novo smartphone, o Surface Duo. O design dobrável com duas telas já seria digno de nota, mas a adoção do Android como sistema operativo também surpreendeu e, pelos vistos, é uma escolha a longo prazo.

Questionada sobre o compromisso com a escolha, a Microsoft confirmou que tem planos para se manter com o Android e não tem intenções de lançar um smartphone com Windows no futuro. Dado que o Windows 10 Mobile foi lançado em 2015 era possível que esta versão do sistema operativo pudesse ter sida levada em conta.

O Surface Duo tem data de lançamento marcada para o final de 2020 pelo que até lá deverão ser revelados vários detalhes sobre esse smartphone.

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Próximo top de linha da Huawei não terá Android, diz Google

O fato do Mate 30 se tratar de um novo smartphone faz com que a licença concedida pelo governo norte-americano não se aplique

estilo.online Redação

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A Reuters revelou que o próximo top de linha da Huawei, o Mate 30, não poderá ter os aplicativos e serviços da Google ou sequer o sistema Android. A confirmação foi feita por um porta-voz da tecnológica de Mountain View, indicando a situação como o resultado da inclusão da Huawei na ‘lista negra’ dos EUA.

A Huawei foi impedida de adquirir serviços e equipamentos de empresas norte-americanas no final de maio, com a licença concedida na ocasião e até agora não teve uma mudança para garantir o Android no Mate 30. Isto porque se trata de um novo produto e não de um dispositivo já presente no mercado.

A Reuters revela também que o top de linha pode ser apresentado no dia 18 de setembro em Munique, na Alemanha.

A Huawei desenvolveu um sistema operacional – o Harmony OS – que servirá de alternativa ao Android caso se veja impedida de continuar no ecossistema da Google. Porém, disse um porta-voz da empresa chinesa à Reuters, Joe Kelly, que a intenção passa por continuar com o Android.

“A Huawei continuará usando o Android OS e o ecossistema se o governo dos EUA nos permitir. De outra forma, continuaremos desenvolvendo o nosso próprio sistema operacional e ecossistema”, pode ler-se no comunicado.

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Procon-SP multa Google e Apple por app que ‘envelhece’ rostos

O Google recebeu a multa mais pesada: R$ 9,9 milhões, valor máximo estipulado pelo CDC. A pena da Apple foi de R$ 7,7 milhões

estilo.online Redação

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A Fundação Procon-SP aplicou uma multa a Google e Apple por conta do FaceApp, aplicativo de ‘envelhecimento’ que virou febre na internet brasileira em julho. Segundo o Procon, as empresas desrespeitaram o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ao disponibilizar em suas lojas para celular um app que não tem “Política de Privacidade” e “Termos de Uso” em português.

O app, de origem russa, tem os contratos escritos apenas em inglês.

Segundo o Procon, informação adequada, clara e em língua portuguesa é um direito básico do consumidor. O Google recebeu a multa mais pesada: R$ 9,9 milhões, valor máximo estipulado pelo CDC. A pena da Apple foi de R$ 7,7 milhões. As diferenças nos valores, segundo a fundação, refletem a diferença de receita das companhias no País.

Caso os contratos estivessem em português, os usuários ficariam sabendo, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, que o FaceApp entrega dados a anunciantes, além de se dar o direito de transferir os dados para países que não tenham as mesmas leis de proteção de dados que o Brasil.

Fernando Capez, diretor-executivo da Fundação Procon-SP, disse à reportagem que notificou por e-mail o Wireless Lab, empresa dona do FaceApp, mas não teve resposta. A Wireless Lab não tem representação oficial no Brasil.

“O FaceApp está fora do alcance da Justiça Brasileira, fora do alcance dos órgãos de fiscalização. É praticamente uma empresa fantasma. Por isso Google e Apple sofreram essa ação”, disse Capez.

Em julho, o Procon notificou Google e Apple sobre as violações do FaceApp. A expectativa era de que, ao tomar ciência das violações, as gigantes retirassem o app de suas lojas, o Google Play e a App Store, o que não aconteceu.

No entendimento das empresas, elas cumprem a legislação local: os termos de uso e política de privacidade de suas lojas, e até a descrição dos apps oferecidos por terceiros, está em português.

Além disso, as lojas virtuais seriam uma plataforma para intermediar o acesso do usuário a produtos ofertados na maioria das vezes por desenvolvedores independentes. Google e Apple, portanto, não teriam responsabilidade pelos contratos feitos entre os usuários e terceiros. Os responsáveis por violações do CDC seriam dos próprios desenvolvedores.

A explicação não agradou o Procon, que pensa que as gigantes se tornam responsáveis por apps que não têm representação local.

“Essa ação abre um precedente e uma discussão internacional. Quando você toma ciência de uma oferta abusiva, a atitude correta é retirar o aplicativo”, diz Capez.

Em nota, o Google disse: “Seguindo a filosofia do sistema operacional Android, o Google Play é uma loja virtual aberta na qual o próprio Google e terceiros podem disponibilizar aplicativos e jogos, que podem ser baixados por usuários para serem utilizados em seus celulares. O Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumidor dispõem que as lojas virtuais não devem ser responsabilizadas pelas práticas e políticas de aplicativos de terceiros, por isso, tomaremos as medidas necessárias para questionar a multa imposta pelo Procon.”

A Apple não quis comentar.

As duas companhias poderão recorrer à decisão em duas instâncias administrativas do Procon, além de poder recorrer judicialmente. Caso optem por pagar, terão desconto de 30% caso o pagamento seja realizado à vista.

Rigor contra gigantes de tecnologia

Neste ano, as empresas de tecnologia estão sofrendo com a postura mais rigorosa dos órgãos de proteção ao consumidor. Neste mês, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, notificou Facebook e Google em casos diferentes.

Na época, Luciano Timm, Secretário Nacional do Consumidor, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que abordagem mais dura junto a empresas de tecnologia faz parte também do interesse do governo brasileiro de ingressar na OCDE. “Existe uma conexão absoluta entre os fatos. Já fizemos o pedido para aderir a todo o normativo de defesa do consumidor.”

Após as multas relacionada ao caso FaceApp, Fernando Capez disse que o Procon está alinhado com a postura linha dura da Senacon. “Atuamos em total sintonia, portanto o tratamento é mais duro. Essas empresas investem pouco no Brasil, têm sede local com poucos funcionários e estão entre as cinco mais ricas do mundo. O tratamento será mais rigoroso nos termos da lei”, diz.

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